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  1. #1
    Junior Member
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    Unhappy Tópico dos desgostos amorosos (Consultório sentimental do Forum Men's Health)

    Por uma questão de organização, TODOS os posts relacionados com este tema devem ser colocados neste tópico. Editado pela moderação




    Ola a todos
    Tenho o seguinte problema conheço uma rapariga que estou alguma coisa interessado, ela namora mas dame conversa.
    Ontem soube que ela andava a mandar varios pedidos de amizade no face a rapazes que nao conhece e os que a adicionacem ela tambem metia conversa com eles
    O que acham sobre isto?
    Última edição por A000 : 21-02-14 às 11:09:29

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  3. #2
    Junior Member HugoSerra's Avatar
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    Por Defeito

    Que idade têm? Tu e ela?

  4. #3
    Junior Member
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    Por Defeito

    Tenho 19 e ela 17

  5. #4
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    Por Defeito

    O problema é mais do namorado dela do que teu...

  6. #5
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    Mar 2013
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    Por Defeito TÓPICO DOS GOSTOS E DESGOSTOS AMOROSOS! Os mestres do FMH ajudam sempre!

    Por uma questão de organização, TODOS os posts relacionados com este tema devem ser colocados neste tópico.

    Divirtam-se!

  7. #6
    Junior Member
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    Por Defeito

    Citação Originalmente Colocado por Jane Doe Ver Post
    O problema é mais do namorado dela do que teu...
    Do namorado não me interessa mas de certeza que ja é encornado visto que nao ela nao se fica so por falar pela net
    o problema é que quando estou com ela anda sempre a meter-se de forma mais atrevida e agora acho que estou minimamente interessado

  8. #7
    Moderador SideEffect's Avatar
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    Por Defeito

    A questão é: queres mesmo ter algo com alguém que apesar de ter namorado andar a meter-se com outros rapazes? Tens noção que faria o mesmo se andasse contigo, não tens?

  9. #8
    Member Benfiquista's Avatar
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    Por Defeito

    Exacto, o Side disse tudo, não te apaixones por ela, sei que é uma coisa natural mas essa rapariga não me parecia boa pessoa, pensa como está o namorado dela, é assim que queres ficar ?

  10. #9
    Member
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    Invicta
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    Por Defeito Que conduta devo adoptar?

    Olá, malta bonita!

    Sou nova por aqui. Criei uma conta porque, nos últimos tempos, tenho recorrido algumas vezes ao fórum para ocupar tempo livre e isso deixou-me com a vontade de interagir mais convosco.

    Como as opiniões de alguns me parecem maduras e sensatas - pelo menos, mais do que as minhas, já que tenho somente 21 anos - aproveito para vos pedir uma opinião.

    Há três anos, a 14 de Fevereiro - sim, no Dia dos Namorados - conheci um rapaz que, embora seja da minha idade e viva muito, muito perto de mim, nunca tinha visto. Pelo que percebi, a família tem bastante dinheiro e, exactamente por isso, os pais optaram sempre por colocá-lo em escolas particulares - ou seja, não houve oportunidade de estudarmos juntos e, assim, conhecermo-nos.

    O que me chamou a atenção nele foi, para além de ser bonito, o facto de me parecer envergonhado. Pode ser estupidez, mas tenho uma tendência absurda para pensar que as pessoas envergonhadas são mais verdadeiras. Além disso, sou bastante intuitiva e, portanto, pode considerar-se que essas duas qualidades, aliadas, foram capazes de me fazer interessar por ele.

    Consegui o contacto e começamos a falar. Tamanha foi a minha desilusão. O intelecto do rapaz, aparentemente, não permitia respostas que diferissem de "lol", "ehhh" e "ahhh". Isso ou, então, a variar, conversas de conteúdo sexual. Uma vez ou outra dizia que queria estar comigo, mas nunca se propunha a marcar a data: "um dia destes", dizia ele, sempre.

    Apressei-me a conotá-lo como playboy: era rico, bonito, estava a tirar um curso superior, e as conversas, desinteressantes e desinteressadas, eram, na maior parte das vezes, de foro sexual. Até que tive uma epifania. Raramente me engano na impressão com que fico das pessoas e, se ele me parecia envergonhado, talvez eu estivesse certa: talvez as conversas que mantinha, por telemóvel e computador, significassem não que ele era mulherengo mas que, pelo contrário, apesar de um forte desejo de o ser, a experiência fosse parca. E acho que estava certa! []

    Quase três anos mais tarde, depois de muitas tentativas - essencialmente, de minha parte - ele mostrou interesse real em estar comigo.

    Pedi-lhe que fosse sincero comigo e que, sobretudo, não me fizesse criar expectativas acerca de coisas que jamais viriam a acontecer. Por isso, se ele apenas quisesse um relacionamento casual - de uma noite, por exemplo - era preferível que me contasse. Jamais teria feito isso com outro rapaz, mas estava a abrir uma excepção para ele. E não, ao contrário do que possam pensar, não sou assim tão experiente a nível de relações sexuais: tive apenas um parceiro. Queria era que, independentemente do tempo que durasse, a recordação daquilo que tivesse tido com ele fosse boa.
    Além disso, deixei claro que, embora talvez fosse capaz de apostar num relacionamento a longo prazo com ele - namoro - não me acreditava que isso viesse a acontecer pelo facto de pertencermos a classes sociais distintas, eu não corresponder aos padrões de beleza da classe em que ele se insere (sou bonita, mas não sou magra), e ter uma personalidade vincada: sou muito sensível, mas não sou delicada; sou crítica, arrogante, directa, muito sincera, gosto de usar calão (pelo menos, no que respeita a palavrões - sou uma mulher do norte!) e não tenho grande respeito pelo "status quo".
    A resposta dele foi que, se gostasse de estar comigo, podíamos encontrar-nos mais vezes - se eu também tivesse gostado de estar com ele. E, quanto ao resto, íamos indo e íamos vendo... Não sabíamos se íamos acabar por namorar ou não.

    Encontramo-nos pela primeira vez em Dezembro. E beijamo-nos. Voltamos a encontrar-nos. No final do segundo encontro, ele enviou-me uma mensagem a dizer que tinha medo de me desiludir porque, embora enquanto estivesse comigo tivesse vontade de fazer tudo, quando não estavamos juntos ele não sentia muita vontade de estar comigo - e, portanto, podia conhecer outra pessoa, interessar-se por ela e perder toda a vontade de voltar a ver-me.
    Tentei não pressioná-lo. Disse-lhe que, se isso acontecesse, ficaria magoada mas não chateada. E que acreditava que isso também advinha do facto de nos conhecermos pouco. O interesse dele era algo a conquistar.

    Continuamos a encontrar-nos, uma vez por semana. Houve uma vez em que, ao ferrar-me a cara na brincadeira, me pisou. Perguntei-lhe como explicaria aquilo à minha mãe e ele respondeu: "diz que foi o teu namorado".

    Também chegamos a falar sobre o tipo de relacionamento que estavamos a ter. Ele comentou que a forma como nos estavamos a relacionar, encontrandomo-nos apenas uma vez por semana, sem falar muito por sms, agradava-lhe. Justificou-se com o seguinte comentário: "Se nos chatearmos, cada um vai para o seu lado; é prático". E perguntou-me se concordava. Eu respondi "se tu dizes..." - e ele voltou a perguntar-me se eu concordava e porquê. "É importante falarmos sobre isto", dizia ele. Aliás: ele perguntou-me mais de uma vez, em mais de um encontro, quais eram as minhas expectativas, mas nunca me senti à vontade para "impôr" que queria namorar, porque tinha medo de o perder.

    Ao chegar a casa, da última vez que tivemos esta conversa, ele comentou: "Mas por acaso gostava de saber como seria se nos encontrassemos mais vezes, noutras circunstâncias, à tarde e assim". E, coincidentemente, tinha sugerido que nos encontrassemos novamente nessa semana. Mas depois não foi possível. E ficamos três semanas sem nos vermos.

    Ainda não fizemos sexo. A semana passada estive com ele. E ele queria. MAS, como tínhamos estado tanto tempo separados, com medo de que ele se estivesse a afastar, não fui capaz. Então ele deitou-se perto de mim e esteve a conversar comigo. Perguntou-me o que é que eu tinha porque parecia diferente e triste. Disse-me que eu lhe dava a entender que tinha medo dele e que o deixava com a sensação de que eu achava que, de todas as vezes que estava com ele, ia ser a última vez. Eu expliquei-lhe que não tinha medo dele: tinha medo do que poderia vir a sentir por ele. Porque eu sou extremista - ou não gosto nada, ou gosto muito. E, se fizesse sexo com ele, me apaixonasse, e ele me deixasse, ia ficar muito mal. Então ele disse-me "Oh, gosto tanto de ti". Eu não correspondi e, um bocado mais tarde, ele perguntou-me o que é que eu sentia por ele - uma vez que eu tinha dito que era extremista e que, ou gostava muito, ou nada.
    Também me disse que posso ser sincera com ele - não é por termos uma conversa séria que vamos deixar de estar juntos - e que não importa quando é que vamos fazer sexo (se hoje, se daqui a um ano), porque não vai deixar de estar comigo por causa disto.

    Esta semana íamos estar juntos, mas não deu. E hoje ele não me respondeu à sms (que é algo que ele faz pontualmente, e eu não gosto nada!).

    E é isto. Está a ser sincero, não está? Devo dar-lhe um voto de confiança, não devo? As coisas estão a correr bem, não estão?

    Peço desculpa pela extensão do texto.

    OBRIGADA a todos,

    Emma

  11. #10
    Member Benfiquista's Avatar
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    Por Defeito

    Bem... Isso é que foi um texto, eu digo-te a minha opinião, é a opinião de um rapaz de 18 anos, quase 19 :P não muito experiente.

    Isso de serem diferentes seja de classes diferentes não tem nada a ver e não te preocupes com isso e não é nenhum problema gostares de rapazes tímidos, a lei da atracção é assim mesmo, nós gostamos do nosso oposto, eu gosto de raparigas "malucas", atraio-me por raparigas não normais digamos assim, que se diferenciam das outras por alguma razão, e por isso é que temos tantas poucas respostas para as nossas perguntas, porque o mundo é assim mesmo, o mundo não é simples e por isso é que é tão bom, se não houvesse a disputa, adrenalina, medo, e muitos mais sentimentos o mundo não tinha piada.

    Nós não podemos dizer se ele está a ser sincero, nem podemos dizer que ele gosta realmente de ti, pelo que tu contas parece que sim, e parece que te respeita e muito, mas isso parece-me uma relação "esquisita" pelo motivo de verem-se pouco e ás vezes nem se verem, a ligação parece estar lá mas não sei se a corda não se irá cortar por esse andar, percebes ? Acho que precisam de passar mais momentos juntos, e o sexo é muito importante numa relação apesar de muita gente pensar que não e nota-se que é algo que ele quer, isso de sms é algo muito vago porque hoje em dia palavras valem pouco, um simples "amo-te" toda a gente o diz facilmente, e eu que já vi de tanta coisa neste mundo, as atitudes são tudo ! eu prefiro que uma rapariga me mostre realmente que me ame do que que me diga 1000 x isso.

    Realmente, o vosso tempo juntos é um problema, se eu estivesse numa situação dessas tentaria estar mais vezes com a minha parceira, e tornaria cada dia que nos víssemos inesquecível, não deves ligar tanto a sms, a minha ex também ligava e se eu ficasse muito tempo sem responder ficava chateada, mas o tempo que estão juntos pode jogar a favor da relação devido à saudade que sentem um pelo outro, acho que uma relação deve ter os parceiros juntos muito tempo mas não demasiado, mas esse é o meu ponto de vista.

    Mas pelo que tu contas o rapaz gosta mesmo de ti, boa sorte com a relação

  12. #11
    Member incompreendido's Avatar
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    Por Defeito

    Cara user emma,

    Não poderemos saber se ele está a ser sincero pois tudo indica que sim,, mas em ultima análise não há informação suficiente para saber e não é por tua causa.
    Talvez precisem de mais tempo para se conhecerem, esses 1x por semana pode não ser o suficiente para te assumires numa coisa mais séria com este rapaz ou para simplesmente sexo.
    Penso que o motivo dos teus receios e dúvidas residem daqui, por isso sugeria que o próximo passo fosse investir mais tempo juntos.

  13. #12
    Member Sophiab's Avatar
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    Por Defeito ajuda...estarei a ser obsecada?

    Boa tarde, sou nova aqui no fórum embora venha aqui 'espreitar' os tópicos com alguma frequência..
    Precisava da vossa opinião num assusto..
    Namoro há um ano com um rapaz mais novo, eu tenho 24 (quase 25) ele acabou de fazer 23.. Somos felizes juntos, mas sempre tivemos alguns stresses, principalmente porque vivemos a mais de 50 km um do outro e na maioria das vezes só estamos juntos uma vez por semana.. No inicio de Março a distancia ainda vai aumentar.. ele vai tirar um curso para Coimbra e só virá alguns fins-de-semana a casa. A distancia, a juntar ao que sei que ele andou a aprontar nessa mesma cidade há 4 anos atras quando era caloiro.. fazem-me ter medo do que possa acontecer!
    No outro dia em conversa sobre este futuro próximo ele disse-me que não quer pensar nisso, quer viver um dia de cada vez porque não sabe o que vai acontecer amanha nem connosco e por isso porque começar já a sofrer [s)]
    Fiquei sem saber o que pensar...acho que numa relação é normal pensarmos no futuro, não? No que é que a distancia pode fazer??..Estarei a exagerar a questão? Estarei a deixar-me levar pelo medo que o passado dele se repita??

  14. #13
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    Por Defeito

    Citação Originalmente Colocado por Benfiquista Ver Post
    Bem... Isso é que foi um texto, eu digo-te a minha opinião, é a opinião de um rapaz de 18 anos, quase 19 :P não muito experiente.

    Isso de serem diferentes seja de classes diferentes não tem nada a ver e não te preocupes com isso e não é nenhum problema gostares de rapazes tímidos, a lei da atracção é assim mesmo, nós gostamos do nosso oposto, eu gosto de raparigas "malucas", atraio-me por raparigas não normais digamos assim, que se diferenciam das outras por alguma razão, e por isso é que temos tantas poucas respostas para as nossas perguntas, porque o mundo é assim mesmo, o mundo não é simples e por isso é que é tão bom, se não houvesse a disputa, adrenalina, medo, e muitos mais sentimentos o mundo não tinha piada.

    Nós não podemos dizer se ele está a ser sincero, nem podemos dizer que ele gosta realmente de ti, pelo que tu contas parece que sim, e parece que te respeita e muito, mas isso parece-me uma relação "esquisita" pelo motivo de verem-se pouco e ás vezes nem se verem, a ligação parece estar lá mas não sei se a corda não se irá cortar por esse andar, percebes ? Acho que precisam de passar mais momentos juntos, e o sexo é muito importante numa relação apesar de muita gente pensar que não e nota-se que é algo que ele quer, isso de sms é algo muito vago porque hoje em dia palavras valem pouco, um simples "amo-te" toda a gente o diz facilmente, e eu que já vi de tanta coisa neste mundo, as atitudes são tudo ! eu prefiro que uma rapariga me mostre realmente que me ame do que que me diga 1000 x isso.

    Realmente, o vosso tempo juntos é um problema, se eu estivesse numa situação dessas tentaria estar mais vezes com a minha parceira, e tornaria cada dia que nos víssemos inesquecível, não deves ligar tanto a sms, a minha ex também ligava e se eu ficasse muito tempo sem responder ficava chateada, mas o tempo que estão juntos pode jogar a favor da relação devido à saudade que sentem um pelo outro, acho que uma relação deve ter os parceiros juntos muito tempo mas não demasiado, mas esse é o meu ponto de vista.

    Mas pelo que tu contas o rapaz gosta mesmo de ti, boa sorte com a relação
    Olá, Benfiquista! Muito obrigada pela tua opinião. De facto, o parco tempo juntos é um entrave ao desenvolvimento da relação - algo que já tentei colmatar, com alguma dificuldade, porque não quero correr o risco de parecer que tento impôr. Acho que as coisas devem fluir, certo?

    Entretanto, vou fazer por garantir que o tempo que passamos juntos seja mesmo bom. O truque está em pensar naquilo que procuro não a curto, mas a longo prazo.

    Beijinho

  15. #14
    Member
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    Por Defeito

    Citação Originalmente Colocado por incompreendido Ver Post
    Cara user emma,

    Não poderemos saber se ele está a ser sincero pois tudo indica que sim,, mas em ultima análise não há informação suficiente para saber e não é por tua causa.
    Talvez precisem de mais tempo para se conhecerem, esses 1x por semana pode não ser o suficiente para te assumires numa coisa mais séria com este rapaz ou para simplesmente sexo.
    Penso que o motivo dos teus receios e dúvidas residem daqui, por isso sugeria que o próximo passo fosse investir mais tempo juntos.
    Olá, incompreendido. Obrigada por teres disponibilizado um bocado do teu tempo a ler-me e a ajudar-me. Vou fazer por isso, sim!

  16. #15
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    Por Defeito

    Citação Originalmente Colocado por Emma Ver Post
    Olá, malta bonita!

    Sou nova por aqui. Criei uma conta porque, nos últimos tempos, tenho recorrido algumas vezes ao fórum para ocupar tempo livre e isso deixou-me com a vontade de interagir mais convosco.

    Como as opiniões de alguns me parecem maduras e sensatas - pelo menos, mais do que as minhas, já que tenho somente 21 anos - aproveito para vos pedir uma opinião.

    Há três anos, a 14 de Fevereiro - sim, no Dia dos Namorados - conheci um rapaz que, embora seja da minha idade e viva muito, muito perto de mim, nunca tinha visto. Pelo que percebi, a família tem bastante dinheiro e, exactamente por isso, os pais optaram sempre por colocá-lo em escolas particulares - ou seja, não houve oportunidade de estudarmos juntos e, assim, conhecermo-nos.

    O que me chamou a atenção nele foi, para além de ser bonito, o facto de me parecer envergonhado. Pode ser estupidez, mas tenho uma tendência absurda para pensar que as pessoas envergonhadas são mais verdadeiras. Além disso, sou bastante intuitiva e, portanto, pode considerar-se que essas duas qualidades, aliadas, foram capazes de me fazer interessar por ele.

    Consegui o contacto e começamos a falar. Tamanha foi a minha desilusão. O intelecto do rapaz, aparentemente, não permitia respostas que diferissem de "lol", "ehhh" e "ahhh". Isso ou, então, a variar, conversas de conteúdo sexual. Uma vez ou outra dizia que queria estar comigo, mas nunca se propunha a marcar a data: "um dia destes", dizia ele, sempre.

    Apressei-me a conotá-lo como playboy: era rico, bonito, estava a tirar um curso superior, e as conversas, desinteressantes e desinteressadas, eram, na maior parte das vezes, de foro sexual. Até que tive uma epifania. Raramente me engano na impressão com que fico das pessoas e, se ele me parecia envergonhado, talvez eu estivesse certa: talvez as conversas que mantinha, por telemóvel e computador, significassem não que ele era mulherengo mas que, pelo contrário, apesar de um forte desejo de o ser, a experiência fosse parca. E acho que estava certa! []

    Quase três anos mais tarde, depois de muitas tentativas - essencialmente, de minha parte - ele mostrou interesse real em estar comigo.

    Pedi-lhe que fosse sincero comigo e que, sobretudo, não me fizesse criar expectativas acerca de coisas que jamais viriam a acontecer. Por isso, se ele apenas quisesse um relacionamento casual - de uma noite, por exemplo - era preferível que me contasse. Jamais teria feito isso com outro rapaz, mas estava a abrir uma excepção para ele. E não, ao contrário do que possam pensar, não sou assim tão experiente a nível de relações sexuais: tive apenas um parceiro. Queria era que, independentemente do tempo que durasse, a recordação daquilo que tivesse tido com ele fosse boa.
    Além disso, deixei claro que, embora talvez fosse capaz de apostar num relacionamento a longo prazo com ele - namoro - não me acreditava que isso viesse a acontecer pelo facto de pertencermos a classes sociais distintas, eu não corresponder aos padrões de beleza da classe em que ele se insere (sou bonita, mas não sou magra), e ter uma personalidade vincada: sou muito sensível, mas não sou delicada; sou crítica, arrogante, directa, muito sincera, gosto de usar calão (pelo menos, no que respeita a palavrões - sou uma mulher do norte!) e não tenho grande respeito pelo "status quo".
    A resposta dele foi que, se gostasse de estar comigo, podíamos encontrar-nos mais vezes - se eu também tivesse gostado de estar com ele. E, quanto ao resto, íamos indo e íamos vendo... Não sabíamos se íamos acabar por namorar ou não.

    Encontramo-nos pela primeira vez em Dezembro. E beijamo-nos. Voltamos a encontrar-nos. No final do segundo encontro, ele enviou-me uma mensagem a dizer que tinha medo de me desiludir porque, embora enquanto estivesse comigo tivesse vontade de fazer tudo, quando não estavamos juntos ele não sentia muita vontade de estar comigo - e, portanto, podia conhecer outra pessoa, interessar-se por ela e perder toda a vontade de voltar a ver-me.
    Tentei não pressioná-lo. Disse-lhe que, se isso acontecesse, ficaria magoada mas não chateada. E que acreditava que isso também advinha do facto de nos conhecermos pouco. O interesse dele era algo a conquistar.

    Continuamos a encontrar-nos, uma vez por semana. Houve uma vez em que, ao ferrar-me a cara na brincadeira, me pisou. Perguntei-lhe como explicaria aquilo à minha mãe e ele respondeu: "diz que foi o teu namorado".

    Também chegamos a falar sobre o tipo de relacionamento que estavamos a ter. Ele comentou que a forma como nos estavamos a relacionar, encontrandomo-nos apenas uma vez por semana, sem falar muito por sms, agradava-lhe. Justificou-se com o seguinte comentário: "Se nos chatearmos, cada um vai para o seu lado; é prático". E perguntou-me se concordava. Eu respondi "se tu dizes..." - e ele voltou a perguntar-me se eu concordava e porquê. "É importante falarmos sobre isto", dizia ele. Aliás: ele perguntou-me mais de uma vez, em mais de um encontro, quais eram as minhas expectativas, mas nunca me senti à vontade para "impôr" que queria namorar, porque tinha medo de o perder.

    Ao chegar a casa, da última vez que tivemos esta conversa, ele comentou: "Mas por acaso gostava de saber como seria se nos encontrassemos mais vezes, noutras circunstâncias, à tarde e assim". E, coincidentemente, tinha sugerido que nos encontrassemos novamente nessa semana. Mas depois não foi possível. E ficamos três semanas sem nos vermos.

    Ainda não fizemos sexo. A semana passada estive com ele. E ele queria. MAS, como tínhamos estado tanto tempo separados, com medo de que ele se estivesse a afastar, não fui capaz. Então ele deitou-se perto de mim e esteve a conversar comigo. Perguntou-me o que é que eu tinha porque parecia diferente e triste. Disse-me que eu lhe dava a entender que tinha medo dele e que o deixava com a sensação de que eu achava que, de todas as vezes que estava com ele, ia ser a última vez. Eu expliquei-lhe que não tinha medo dele: tinha medo do que poderia vir a sentir por ele. Porque eu sou extremista - ou não gosto nada, ou gosto muito. E, se fizesse sexo com ele, me apaixonasse, e ele me deixasse, ia ficar muito mal. Então ele disse-me "Oh, gosto tanto de ti". Eu não correspondi e, um bocado mais tarde, ele perguntou-me o que é que eu sentia por ele - uma vez que eu tinha dito que era extremista e que, ou gostava muito, ou nada.
    Também me disse que posso ser sincera com ele - não é por termos uma conversa séria que vamos deixar de estar juntos - e que não importa quando é que vamos fazer sexo (se hoje, se daqui a um ano), porque não vai deixar de estar comigo por causa disto.

    Esta semana íamos estar juntos, mas não deu. E hoje ele não me respondeu à sms (que é algo que ele faz pontualmente, e eu não gosto nada!).

    E é isto. Está a ser sincero, não está? Devo dar-lhe um voto de confiança, não devo? As coisas estão a correr bem, não estão?

    Peço desculpa pela extensão do texto.

    OBRIGADA a todos,

    Emma
    Vocês estão MESMO numa relação admitida ou ainda numa fase inicial experimental? É q a mim parece q ele n "assume" mesmo, por isso vê também a tua parte.. se fazes coisas com medo de o perder isso vai chegar a um ponto que ele vai usar isso para ter o que quer, sem querer ofender.. pode até n acontecer, mas torna-se vantajoso.

  17. #16
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    Por Defeito

    Citação Originalmente Colocado por Sophiab Ver Post
    Boa tarde, sou nova aqui no fórum embora venha aqui 'espreitar' os tópicos com alguma frequência..
    Precisava da vossa opinião num assusto..
    Namoro há um ano com um rapaz mais novo, eu tenho 24 (quase 25) ele acabou de fazer 23.. Somos felizes juntos, mas sempre tivemos alguns stresses, principalmente porque vivemos a mais de 50 km um do outro e na maioria das vezes só estamos juntos uma vez por semana.. No inicio de Março a distancia ainda vai aumentar.. ele vai tirar um curso para Coimbra e só virá alguns fins-de-semana a casa. A distancia, a juntar ao que sei que ele andou a aprontar nessa mesma cidade há 4 anos atras quando era caloiro.. fazem-me ter medo do que possa acontecer!
    No outro dia em conversa sobre este futuro próximo ele disse-me que não quer pensar nisso, quer viver um dia de cada vez porque não sabe o que vai acontecer amanha nem connosco e por isso porque começar já a sofrer [s)]
    Fiquei sem saber o que pensar...acho que numa relação é normal pensarmos no futuro, não? No que é que a distancia pode fazer??..Estarei a exagerar a questão? Estarei a deixar-me levar pelo medo que o passado dele se repita??
    Quais são os motivos que te levam a desconfiar tanto do teu namorado?

  18. #17
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    Por Defeito

    Citação Originalmente Colocado por Evmm Ver Post
    Vocês estão MESMO numa relação admitida ou ainda numa fase inicial experimental? É q a mim parece q ele n "assume" mesmo, por isso vê também a tua parte.. se fazes coisas com medo de o perder isso vai chegar a um ponto que ele vai usar isso para ter o que quer, sem querer ofender.. pode até n acontecer, mas torna-se vantajoso.
    Olá, Evmm! Obrigada por teres respondido

    Não estamos mesmo numa relação admitida. E, sim, acho que tens razão no que disseste. Atendendo aos acontecimentos recentes, ele não está a assumir. Portanto... Quais são os teus sábios conselhos?

  19. #18
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    Por Defeito

    Lol, sábios conselhos.. se soubesse tinha aberto consultório! :p
    Por acaso tenho tado a ouvir mts casos como o teu,mesmo muito semelhantes... antes de dares qq voto de confiança, e visto que tás mais no "feitiço" q ele (do q escreveste, não sabendo ao certo), porque não tentas descubrir o quê q ele prever? Isso do não perguntar/fazer por medo só vai piorar.. ou perdes por um lado, ou se calhar por outro se ele não tem intenções futuras a não ser meros encontros casuais... não?

  20. #19
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    Lol, sábios conselhos.. se soubesse tinha aberto consultório! :p
    Por acaso tenho tado a ouvir mts casos como o teu,mesmo muito semelhantes... antes de dares qq voto de confiança, e visto que tás mais no "feitiço" q ele (do q escreveste, não sabendo ao certo), porque não tentas descubrir o quê q ele prever? Isso do não perguntar/fazer por medo só vai piorar.. ou perdes por um lado, ou se calhar por outro se ele não tem intenções futuras a não ser meros encontros casuais... não?
    Tens razão! Enchi-me de coragem e falei com ele - porque, coincidentemente, havia outro assunto pendente. Eu tinha comprado dois bilhetes para o concerto de uma banda que ele adora - um para mim, outro para ele - e só ontem é que lhe mostrei. Bem... Não agradeceu, não reconheceu que fui querida por me lembrar dele, nada: apressou-se a explicar que já tinha combinado com os amigos ir ao concerto e que, por isso, podia comprar-me os bilhetes. É claro que eu tinha consciência, ao comprar os bilhetes, de que as coisas são muito precoces e de que havia uma margem de recusa consideravelmente grande, MAS pensei que são estas coisas, meias loucas, que nos marcam e fazem a diferença, certo? Quero dizer: não só, mas também.
    Fiquei chateada com ele e expliquei-lhe isso. Não por ele recusar, mas pela atitude em si: pelo facto de não ter se quer reconhecido o meu esforço em agradá-lo. Aliás, até porque ele tinha várias opções (a) dizer aos amigos que afinal ia com uma rapariga; b) levar-me com ele e com os amigos; etc.), e escolheu a pior: recusou-se a ir comigo; anulou-me.
    Pelo que conheço dele e percebi pelo desenvolvimento da conversa, ele não tinha combinado com amigos nenhuns. Apressou-se a usar essa desculpa por não querer admitir as reais razões pelas quais não ia comigo. Acho que tinha deixado passar este pormenor em branco no primeiro post, mas ele tem a teoria, desde que o conheço, de que não vai ser visto em público com uma rapariga/mulher até que tenha uma relação assumida, séria e com previsão de duração futura. Ou seja: depois de eu ter insistido um bocado, ele explicou-me (sem fazer referência aos amigos) que ficou surpreendido com a minha surpresa, apesar de ter adorado, porque, lá está, tivemos apenas "meia dúzia" de encontros, não nos conhecemos bem, não temos vida em comum, estamos a conhecer-nos ainda e, portanto, não faz sentido irmos juntos.
    Eu insisti que não nos conhecemos bem mas que estamos em Fevereiro e que o concerto é só no Verão: até lá ainda temos tempo de nos conhecermos melhor. E perguntei-lhe se não devia contar com isso. Ele disse que não sabe - acha que o convite foi feito em má altura exactamente pelas razões que tinha enumerado acima (pelo facto de ainda nos estarmos a conhecer). Então eu expliquei-lhe que o convite devia ser interpretado como uma forma de eu lhe dizer que quero passar mais tempo com ele, uma a duas vezes por semana, e perguntei-lhe se me podia conceder esse desejo ([]). Ele respondeu que tem uma vida ocupada e eu perguntei-lhe se isso significa que ele não quer estar comigo. Ele disse que não é não querer: é não poder. E eu perguntei: "mas queres?". E ele disse: talvez. Depois fomos dormir.

    Conclusões:

    O que eu depreendo disto é que ele gostou do tempo que passou comigo e, lá está, tem uma certa curiosidade em saber como seria se passássemos mais tempo juntos (e namorássemos), mas:

    1. Ao contrário de mim, ainda não assentou na relação, mantém todas as opções em aberto: não tem referências suficientes para assumir that I am the one;
    2. Ao contrário dos primeiros encontros, em que não me conhecia tão bem e não sabia em que pé estava comigo - isto é, não sabia qual era o meu interesse com ele - está seguro de que gosto dele e está a começar a aproveitar-se disso para jogar: tem-me como garantida e "faz o que quer";
    3. A conversa que tive com ele ontem serviu para que ele ficasse a perceber quais são as minhas intenções: não estou a dar passos em branco, tenho como objectivo uma relação duradoura.

    Portanto, assumo que, agora, a minha abordagem deva passar por não apostar em abordagem alguma. Devo remeter-me ao silêncio e esperar que seja ele a tomar iniciativa de falar comigo e mostrar que quer estar comigo.

    É isto?

    Mais uma vez, obrigada. E desculpa-me pela extensão do texto.

  21. #20
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    Não é desconfiar, mas é ter medo do que possa acontecer. Ele contou-me a vida que fez em Coimbra há uns quatro anos atrás no ano de caloiro. Desde traições à namorada da altura a festas TODAS as noites houve de tudo.
    Confio nele, e a minha renitência pretende-se sobretudo com o medo que ele se perca novamente e que mais uma vez o curso vá a vida =/

  22. #21
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    Não é desconfiar, mas é ter medo do que possa acontecer. Ele contou-me a vida que fez em Coimbra há uns quatro anos atrás no ano de caloiro. Desde traições à namorada da altura a festas TODAS as noites houve de tudo.
    Confio nele, e a minha renitência pretende-se sobretudo com o medo que ele se perca novamente e que mais uma vez o curso vá a vida =/
    Vou voltar a fazer a pergunta que o EVmm te fez, com base na tua resposta:

    Quais são os motivos que te levam a ter medo do que possa acontecer? Não me refiro a factos passados. Actualmente.

  23. #22
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    Não é desconfiar, mas é ter medo do que possa acontecer. Ele contou-me a vida que fez em Coimbra há uns quatro anos atrás no ano de caloiro. Desde traições à namorada da altura a festas TODAS as noites houve de tudo.
    Confio nele, e a minha renitência pretende-se sobretudo com o medo que ele se perca novamente e que mais uma vez o curso vá a vida =/
    Quatro anos supostamente mudam algumas coisa, e sendo sincero.. n é por lhe dizeres ou impedires q n vai acontecer.. Ok, pode não acontecer qnd ele for para lá,mas pode acontecer noutro momento qq (falo duma traição or wtv).
    Isso de festas é mais q normal nessa idade,principalmente qnd se tá a passar por essa fase de caloiro.. As tuas dúvidas só vão alimentar a saturação da relação, tentem dialogar e tenta perceber se mudou ou não. Ter ciúmes é uma coisa, ser desconfiada torna-se doentio... só vos vai separar.
    Se agora ainda tens razões para desconfiar é uma coisa, senão.. passado é nos Museus :p

  24. #23
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    Emma, não vou fazer fazer reply with quote pa não ocupar demasiado espaço ao topico.
    Bem isso é o que te disse..
    O assunto dos bilhetes até podia ser classificado como "apressar as coisas", mas do q dá pa ver, o teu intuito era também passares mais tempo com ele.. se ele te deu uma desculpa, eh... é um bocado naquela. Eu falo por mim, tendo caso amoroso ou colorido ou bagaço, o que quer que queiras chamar, não tenho qq problema em andar com essa pessoa na rua ou em qq lado, por isso não posso comentar muito essa parte do não querer ser visto a não ser q tenha uma relação séria.. acho isso mesmo gay lol (sem ofensa, para referências futuras ficas aqui: http://www.youtube.com/watch?v=YaG5SAw1n0c) .
    O facto (ou fato, porcaria de acordo) de ele saber que gostas dele e tens um sentimento mais forte q o dele, sim, é mesmo isso... pode-se aproveitar.. é normal tanto em homens como mulheres, ainda à pouco tempo passei por isso, só dá pa aprender.. até saberes o que a pessoa quer mesmo deves ter atenção ao que revelas para não te magoares mais tarde.
    Agora.. o que deves fazer é meio incógnito.. depende muito do que procuras/sentes.. Se estás bem com algo casual com mais possibilidades de se tornar colorido q outra coisa, mantem-te mais ou menos como agora mas mais distante, se o teu objetivo é algo mais duradouro e estável, o meu conselho seria deixares de dar a atenção que dás para que não estejas nesse ponto de garantia vitalicia e para que ele também consiga ver que não te controla, nem o vai fazer.
    É complicado quando uma pessoa quer uma coisa, e a outra se remete a deixar andar lol.. mas n há muito a fazer a não ser agora deixares q seja a outra a tomar alguns passos, já que tu os tomaste e ele inventou essa desculpa...

  25. #24
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    Agora.. o que deves fazer é meio incógnito.. depende muito do que procuras/sentes.. Se estás bem com algo casual com mais possibilidades de se tornar colorido q outra coisa, mantem-te mais ou menos como agora mas mais distante, se o teu objetivo é algo mais duradouro e estável, o meu conselho seria deixares de dar a atenção que dás para que não estejas nesse ponto de garantia vitalicia e para que ele também consiga ver que não te controla, nem o vai fazer.
    É complicado quando uma pessoa quer uma coisa, e a outra se remete a deixar andar lol.. mas n há muito a fazer a não ser agora deixares q seja a outra a tomar alguns passos, já que tu os tomaste e ele inventou essa desculpa...
    É isso mesmo: vou deixar de dar a atenção que dou. Quero uma relação séria e acho que está mais do que na altura de assumir isso - e não aceitar menos - "sem medo" de ser rejeitada.

    Obrigada!

  26. #25
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    Na minha opinião, quanto mais medo e quanto mais fizeres por esse medo pior é.. tás basicamente a dar controlo a mais à outra pessoa.. O controlo deve ser.. erm, dividido :P

  27. #26
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    Citação Originalmente Colocado por SideEffect Ver Post
    A questão é: queres mesmo ter algo com alguém que apesar de ter namorado andar a meter-se com outros rapazes? Tens noção que faria o mesmo se andasse contigo, não tens?
    resposta simples e eficaz

  28. #27
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    Citação Originalmente Colocado por Emma Ver Post
    Ou seja: depois de eu ter insistido um bocado, ele explicou-me (sem fazer referência aos amigos) que ficou surpreendido com a minha surpresa, apesar de ter adorado, porque, lá está, tivemos apenas "meia dúzia" de encontros, não nos conhecemos bem, não temos vida em comum, estamos a conhecer-nos ainda e, portanto, não faz sentido irmos juntos.
    Faz sentido. Ofereceste uns bilhetes para daqui a uns tempos, as coisas não estão definidas de forma alguma... eu provavelmente reagiria da mesma maneira que ele: lisonjeada pelo gesto mas a pensar que estás a pensar demasiado à frente.

    Citação Originalmente Colocado por Emma Ver Post
    Eu insisti que não nos conhecemos bem mas que estamos em Fevereiro e que o concerto é só no Verão: até lá ainda temos tempo de nos conhecermos melhor. E perguntei-lhe se não devia contar com isso. Ele disse que não sabe - acha que o convite foi feito em má altura exactamente pelas razões que tinha enumerado acima (pelo facto de ainda nos estarmos a conhecer). Então eu expliquei-lhe que o convite devia ser interpretado como uma forma de eu lhe dizer que quero passar mais tempo com ele, uma a duas vezes por semana, e perguntei-lhe se me podia conceder esse desejo ([]). Ele respondeu que tem uma vida ocupada e eu perguntei-lhe se isso significa que ele não quer estar comigo. Ele disse que não é não querer: é não poder. E eu perguntei: "mas queres?". E ele disse: talvez. Depois fomos dormir.
    Com esse "talvez" punha-me a milhas. Eu sei que sou um bocado radical, mas comigo ou é A ou B. Ou são amigos, ou não. Ou são amigos coloridos ou não. Ou são namorados ou não. Podemos passar de um estado para o outros, agora dizer que que "se calhar quero estar contigo" parece algo do género "se não tiver mais nada que fazer". Tendo em conta o que queres dele e o que sentes por ele, não me parece que seja o melhor para ti.

    Boa sorte

  29. #28
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    Sim é verdade quatro anos mudam muita coisa. E ele já me deu mais que provas que está mudado, mesmo os amigos mais próximos dizem isso. Sou ciumenta, um bocadinho váa, mas isso ele também é e sempre lidamos bem com isso. E concordo contigo, desconfiança destrói uma relação e torna-se doentio. Acho que o grande problema disto tudo é provavelmente eu pensar demasiado e morrer de véspera com o peru no natal -.-

  30. #29
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    Citação Originalmente Colocado por Evmm Ver Post
    Na minha opinião, quanto mais medo e quanto mais fizeres por esse medo pior é.. tás basicamente a dar controlo a mais à outra pessoa.. O controlo deve ser.. erm, dividido :P
    Claro, até porque nós temos o valor que nos damos. Ou seja: permitir que outra pessoa me "controle" é dizer, por intermédio de acções, que essa pessoa tem mais valor que eu. Faz todo o sentido.

  31. #30
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    Citação Originalmente Colocado por Jane Doe Ver Post
    Com esse "talvez" punha-me a milhas. Eu sei que sou um bocado radical, mas comigo ou é A ou B. Ou são amigos, ou não. Ou são amigos coloridos ou não. Ou são namorados ou não. Podemos passar de um estado para o outros, agora dizer que que "se calhar quero estar contigo" parece algo do género "se não tiver mais nada que fazer". Tendo em conta o que queres dele e o que sentes por ele, não me parece que seja o melhor para ti.

    Boa sorte
    Olá, Jane Doe! Obrigada por teres respondido.

    Podes crer: como eu gostava de, às vezes, ser também um pouco mais assertiva - ou radical, como gostas de lhe chamar.
    Vou esperar um bocadinho mais para ver o comportamento dele. Quero perceber se o facto de ter deixado as coisas em pratos limpos e me ter afastado produz o efeito desejado. Digamos que por uma questão de consciência: quero ter a certeza de que fiz tudo o que estava ao meu alcance.

    Um beijinho!

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