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Silver Member
Eficiência versus eficácia...
The privilege of a lifetime is to become who you truly are. - C. G. Jung
I am eternally grateful to the women before me who fought for my rights.
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Senior Member
Para provocar pensadores ...
A língua portuguesa, junto com a francesa, são as ÚNICAS línguas neolatinas na face da Terra que são completas em todos os sentidos...
quem fala português ou francês de nascimento, é capaz de fazer proezas como esse texto com a letra "P".
Só o português e o francês permitem isso...
a língua inglesa, se comparada com a língua portuguesa, é de uma pobreza de palavras sem limites...
(Também não é assim tanto e neste texto há algumas falhas de sintaxe... por ser Português do Brasil? )
A LETRA "P"
"Apenas a língua portuguesa nos permite escrever isso...
Pedro Paulo Pereira Pinto, pequeno pintor português, pintava portas, paredes, portais. Porém, pediu para parar porque preferiu pintar panfletos. Partindo para Piracicaba, pintou prateleiras para poder progredir.
Posteriormente, partiu para Pirapora. Pernoitando, prosseguiu para Paranavaí, pois pretendia praticar pinturas para pessoas pobres. Porém, pouco praticou, porque Padre Paulo pediu para pintar panelas, porém posteriormente pintou pratos para poder pagar promessas.
Pálido, porém personalizado, preferiu partir para Portugal para pedir permissão para Papai para permanecer praticando pinturas, preferindo, portanto, Paris. Partindo para Paris, passou pelos Pirineus, pois pretendia pintá-los.
Pareciam plácidos, porém, pesaroso, percebeu penhascos pedregosos, preferindo pintá-los parcialmente, pois perigosas pedras pareciam precipitar-se principalmente pelo Pico, porque pastores passavam pelas picadas para pedirem pousada, provocando provavelmente pequenas perfurações, pois, pelo passo percorriam, permanentemente, possantes potrancas. Pisando Paris, permissão para pintar palácios pomposos, procurando pontos pitorescos, pois, para pintar pobreza, precisaria percorrer pontos perigosos, pestilentos, perniciosos, preferindo Pedro Paulo precaver-se.
Profundas privações passou Pedro Paulo. Pensava poder prosseguir pintando, porém, pretas previsões passavam pelo pensamento, provocando profundos pesares, principalmente por pretender partir prontamente para Portugal. Povo previdente! Pensava Pedro Paulo... Preciso partir para Portugal porque pedem para prestigiar patrícios, pintando principais portos portugueses. Paris! Paris! Proferiu Pedro Paulo.
Parto, porém penso pintá-la permanentemente, pois pretendo progredir. Pisando Portugal, Pedro Paulo procurou pelos pais, porém, Papai Procópio partira para Província. Pedindo provisões, partiu prontamente, pois precisava pedir permissão para Papai Procópio para prosseguir praticando pinturas.
Profundamente pálido, perfez percurso percorrido pelo pai. Pedindo permissão, penetrou pelo portão principal. Porém, Papai Procópio puxando-o pelo pescoço proferiu: Pediste permissão para praticar pintura, porém, praticando, pintas pior. Primo Pinduca pintou perfeitamente prima Petúnia. Porque pintas porcarias? Papai proferiu Pedro Paulo, pinto porque permitiste, porém, preferindo, poderei procurar profissão própria para poder provar perseverança, pois pretendo permanecer por Portugal.
Pegando Pedro Paulo pelo pulso, penetrou pelo patamar, procurando pelos pertences, partiu prontamente, pois pretendia pôr Pedro Paulo para praticar profissão perfeita: pedreiro! Passando pela ponte precisaram pescar para poderem prosseguir peregrinando.
Primeiro, pegaram peixes pequenos, porém, passando pouco prazo, pegaram pacus, piaparas, pirarucus. Partindo pela picada próxima, pois pretendiam pernoitar pertinho, para procurar primo Péricles primeiro. Pisando por pedras pontudas, Papai Procópio procurou Péricles, primo próximo, pedreiro profissional perfeito.
Poucas palavras proferiram, porém prometeu pagar pequena parcela para Péricles profissionalizar Pedro Paulo. Primeiramente Pedro Paulo pegava pedras, porém, Péricles pediu-lhe para pintar prédios, pois precisava pagar pintores práticos. Particularmente Pedro Paulo preferia pintar prédios. Pereceu pintando prédios para Péricles, pois precipitou-se pelas paredes pintadas. Pobre Pedro Paulo. Pereceu pintando...
Permita-me, pois, pedir perdão pela paciência, pois pretendo parar para pensar... Para parar preciso pensar. Pensei. Portanto, pronto pararei.
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Silver Member
Já não posso ver mais "p" à frente! :D
"O único lugar onde o sucesso vem antes do trabalho é no dicionário" - Albert Einstein
"Tocar uma nota errada é insignificante, mas tocar sem paixão é imperdoável!" - Ludwig van Beethoven
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Senior Member
Amenizando as perversidades por meio de figuras de linguagem
Um dos mais ardilosos truques criados pelos defensores de políticas socialistas foi o de recorrer a expressões aparentemente nobres utilizadas para conferir uma aura de legitimidade moral a atos essencialmente maléficos. Assim, confiscar a propriedade alheia e espoliar o dinheiro de terceiros passou a ser chamado de "espalhar a riqueza", "redistribuir a renda", "cuidar dos menos afortunados", e "atender aos desejos da maioria".
Façamos um experimento mental para ver se você aprova um ato essencialmente criminoso.
Imagine que haja várias viúvas já idosas em sua vizinhança. Elas não têm a aptidão física para fazer faxina em suas casas, limpar suas janelas, cozinhar e efetuar outras tarefas domésticas. Tampouco têm elas meios financeiros para contratar alguém para ajudá-las.
Eis uma pergunta que tenho até receio de fazer: você defenderia um decreto governamental que obrigasse algum dos seus vizinhos a efetuar essas tarefas para as viúvas?
Vou ainda mais adiante: se a pessoa escolhida para obedecer a esse decreto governamental se recusasse a fazê-lo, você apoiaria algum tipo de sanção a ela, como multa, confisco de propriedade ou até mesmo encarceramento?
Tenho a esperança de que a maioria das pessoas iria condenar este decreto estatal. Elas concordariam que se trata de uma espécie de escravidão — mais especificamente, do uso forçoso de uma pessoa para servir aos propósitos de outra.
Agora, será que haveria essa mesma condenação se, em vez de forçar seu vizinho a realmente efetuar as tarefas domésticas para as viúvas, o governo apenas o obrigasse a dar a elas uma determinada quantia monetária mensal? Desta maneira, as viúvas poderiam utilizar esse dinheiro para contratar alguém para efetuar as tarefas domésticas. Por acaso este decreto governamental se difere daquele que obriga alguém a realmente efetuar as tarefas domésticas?
Eu diria que há muito pouca diferença entre os dois decretos. Mudou apenas o mecanismo da servidão. Em ambos os casos, uma pessoa está sendo coercivamente usada para servir aos propósitos de outra pessoa.
Tenho quase certeza de que a maioria dos vizinhos iria querer ajudar essas necessitadas viúvas. Mas também desconfio fortemente que eles considerariam qualquer arranjo que colocasse uma pessoa em uma posição semelhante à servidão algo profundamente ofensivo.
Por outro lado, caso todos os moradores dessa vizinhança fossem igualmente obrigados a dar esse dinheiro para o governo, que então o repassaria às viúvas, a consciência deles poderia ficar mais amenizada. Este mecanismo coletivo faz com que aquela vítima de escravidão se torne agora invisível, mas não altera o fato de que há uma pessoa sendo forçosamente usada para servir aos propósitos de outra. Ser obrigado a dar dinheiro para o governo simplesmente oculta um ato que, caso fosse praticado de maneira mais explícita, seria considerado profundamente imoral e depravado.
É por isso que o socialismo é maléfico. Ele recorre a meios perversos — confisco e intimidação — para alcançar objetivos que frequentemente são vistos como nobres. Você ajudar uma pessoa necessitada utilizando o seu próprio dinheiro e os seus próprios bens é uma atitude extremamente admirável e digna de louvor. Ajudar uma pessoa necessitada utilizando coerção e espoliando a propriedade alheia é algo perverso, imoral e digno de condenação.
Tragicamente, grande parte dos ensinamentos em voga, propugnados desde as igrejas até as salas de aula, defendem que o governo use uma pessoa para servir aos propósitos de outra. Os defensores deste arranjo não têm a honra e a coragem de chamá-lo pelo nome correto, e preferem apenas dizer que ser trata de 'caridade' ou de uma 'função social'.
Alguns argumentam que vivemos em uma democracia, e que, na democracia, a maioria decide.
Mas será que o mero consenso da maioria faz com que atos que em outras circunstâncias seriam considerados imorais passem a ser morais e perfeitamente aceitáveis? Em outras palavras, se os membros de uma vizinhança fizessem uma votação e a maioria decidisse que um determinado membro desta vizinhança — sob ameaça de punição — deveria efetuar as tarefas domésticas das viúvas, tal votação tornaria todo este arranjo moral?
Chega a ser inacreditável a quantidade de pessoas que ainda aceita o argumento de que, se a vida é injusta, a solução é confiscar a propriedade das pessoas e dar mais dinheiro e mais poder a políticos. É muita sensatez!
Walter Williams é professor honorário de economia da George Mason University e autor de sete livros. Suas colunas semanais são publicadas em mais de 140 jornais americanos.
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Senior Member
Não importa quem vença, um sociopata será eleito
As eleições gerais estão chegando, e já é possível ter a certeza absoluta de um resultado: sociopatas serão eleitos.Após toda a experiência democrática, o eleitorado já deveria reconhecer que, na melhor das hipóteses, elegerão incompetentes (e isso é tudo pelo que podemos torcer); na pior, escroques.
No entanto, por piores que sejam os resultados, e por piores que sejam as consequências destes resultados, aquele ingênuo e constante mantra pró-democracia seguirá impávido: "É só elegermos as pessoas certas".
O único problema é que as "pessoas certas" não estão (e nunca estarão) concorrendo a cargos públicos. Em vez disso, continuaremos tendo de aturar "o político comum que não apenas é um imbecil", como escreveu H.L. Mencken, "mas que também é dissimulado, sinistro, depravado, patife e desonesto".
Mencken foi certeiro ao dizer que, para ser eleito e continuar sendo eleito para qualquer cargo público, é necessária a total suspensão de toda e qualquer ética ou bom senso que uma pessoa eventualmente possua. Mesmo aqueles que começaram sua carreira política com a melhor das intenções, e que possuem capacidades mensuráveis que o tornariam bem-sucedido em qualquer campo, rapidamente percebem que as habilidades necessárias para ser bem sucedido na política não são exatamente aquelas requeridas fora da política.
Lew Rockwell foi certeiro ao dizer que, ao passo que a concorrência no mercado leva a um aprimoramento da qualidade do produto e do serviço, a concorrência na política leva exatamente ao oposto:
Na política, as pressões competitivas geram resultados exatamente opostos. A qualidade está sempre em constante declínio. As únicas melhorias ocorrem nos procedimentos que envolvem más ações: mentir, fraudar, iludir, manipular, trapacear, roubar e até matar. Os preços dos serviços políticos estão constantemente aumentando, seja nos impostos que pagamos ou nas propinas dadas em troca de proteção (também conhecidas como 'contribuições de campanha'). Não há obsolescência, programada ou espontânea. E, como Hayek famosamente argumentou, na política, os piores sempre chegam ao topo. E, o que é pior, não há prestação de contas e nem imputabilidade: quanto mais alto o cargo, maior a transgressão criminosa da qual o sujeito pode se safar.
Políticos claramente não querem se eleger por causa de dinheiro. Quase todos eles já são muito ricos, qualquer que seja o padrão de mensuração. Pesquise o patrimônio dos senadores e dos deputados do seu estado. Sendo assim, fica a pergunta: o que faz com que os ricos e bem-sucedidos queiram se eleger? Em seu livro The Pursuit of Attention: Power and Ego in Everyday Life (A Busca pela Atenção: Poder e Ego na Vida Cotidiana), o sociólogoCharles Derber diz que os políticos desde "Cesar e Napoleão têm sido conduzidos por egos presunçosos e por uma insaciável fome pela adulação pública".
Já o trabalho do psicólogo Abraham Maslow fornece um entendimento dos motivos que levam as pessoas a querer cargos públicos. Maslow é famoso por ter criado a teoria da "hierarquia das necessidades", a qual qualquer estudante de psicologia, administração ou publicidade deve conhecer. A teoria é geralmente apresentada visualmente como uma pirâmide, com as mais básicas necessidades humanas — necessidades fisiológicas — retratadas na base da pirâmide.

A hierarquia de necessidades humanas de Maslow
A constatação de Maslow era a de que as necessidades humanas básicas — sede, fome e ar — devem ser saciadas antes que os humanos possam fazer algo ou se preocupar com qualquer outra coisa.
A segunda fatia da pirâmide, logo acima das necessidades fisiológicas, é a da necessidade de segurança. Após satisfazer sua sede e sua fome, os seres humanos se preocupam com a continuidade de sua sobrevivência.
Se um homem está continuamente preocupado em ser devorado por um tigre, ele não irá se preocupar muito com outras coisas.
A terceira camada da pirâmide de Maslow é a da necessidade de integração, a qual está logo acima da necessidade de segurança. Após a satisfação das duas necessidades mais baixas — fisiológica e segurança —, a pessoa busca o amor, a amizade, a companhia e a comunidade. Tão logo essas necessidades são satisfeitas, os humanos, segundo Maslow, saem em busca da necessidade de estima.
Essas primeiras quatro necessidades eram consideradas necessidades "deficitárias". Se uma pessoa não as possui, há uma motivação para suprir esta carência. Mas tão logo tal necessidade é saciada, a motivação diminui. Isso faz com que essas necessidades sejam diferentes das necessidades que estão no topo da pirâmide de Maslow, que representam a necessidade da realização pessoal. A necessidade da realização pessoal nunca é saciada, e Maslow se referiu a ela como uma necessidade "do ser", ou a necessidade de ser tudo aquilo que você pode ser.
Sendo assim, os seres humanos continuamente se esforçam para satisfazer suas necessidades, e à medida que as necessidades mais básicas vão sendo saciadas, a pirâmide vai sendo escalada, por assim dizer, até que necessidades de nível mais alto também possam ser satisfeitas. Obviamente, seres humanos distintos irão alcançar níveis distintos de realização, e a teoria de Maslow é que somente 2% dos humanos se tornam auto-realizados.
Maslow estudou algumas pessoas famosas em conjunto com outras não tão famosas, e criou uma lista contendo características de personalidade, as quais eram consistentes com pessoas que ele considerava serem auto-realizadas.
Além de serem criativas e inventivas, as pessoas auto-realizadas possuem uma forte ética, um senso de humor auto-depreciativo, são humildes, respeitam os outros, são resistentes a um processo de enculturação, gostam de autonomia, e preferem a solidão a manter relações vazias e rasas com outras pessoas. Elas acreditam que os fins não necessariamente justificam os meios, e que os meios podem ser os fins em si próprios.
Rapidamente se percebe que os indivíduos auto-realizados de Maslow não têm absolutamente nada em comum com os políticos de uma democracia. No entanto, logo abaixo do topo da pirâmide da hierarquia de necessidades está a necessidade de estima. Maslow descreveu dois tipos de necessidade de estima: uma necessidade mais baixa e uma mais alta.
Ao passo que a mais alta forma de estima é a busca por atributos saudáveis, como liberdade, independência, confiança e conquista, a forma mais baixa "é a necessidade do respeito dos outros, a necessidade de status, de fama, de glória, de reconhecimento, de atenção, de reputação, de apreço, e até mesmo de dominância".
"A versão negativa dessas necessidades é a baixa autoestima e os complexos de inferioridade", explica o doutor C. George Boeree, um especialista no trabalho de Maslow. "Maslow sentia que Alfred Adler [psicólogo austríaco que criou o conceito de complexo de inferioridade] de fato havia descoberto algo quando propôs que estas eram as raízes de vários, se não da maioria, de nossos problemas psicológicos."
Hoje, vemos essas características presentes em praticamente todos os políticos de uma democracia: a constante necessidade de status e reconhecimento. Os fins — a superação de um complexo de inferioridade — justificam quaisquer meios maquiavélicos.
O fato de a democracia permitir que toda e qualquer pessoa possa se eleger — seja por meio de ligações poderosas, ou por ser rica, ou por ter uma personalidade popular — faz com que tal sistema, bem como as posições de liderança oferecidas, se tornem um chamariz de sociopatas. O indivíduo auto-realizado de Maslow não tem interesse na política. Em contraste, aqueles que sofrem continuamente a necessidade de estima são atraídos pela política como moscas a uma lata de lixo.
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Senior Member
A capital nacional ser uma podridão moral se deve ao fato de que uma certa classe de pessoas — sociopatas — está no total controle das grandes instituições. Suas crenças e atitudes são explicitadas por meio do tecido econômico, político, intelectual e psicológico/espiritual do país.
O filósofo religioso Santo Agostinho era pessimista quanto à natureza humana, e acreditava que os seres humanos não eram propensos ao bem, à honradez e à probidade, mas sim a fazer o mal. "Por causa do pecado de Adão, a degradação, o orgulho, a vaidade e a libido dominandi — a avidez pela dominação — incitam as pessoas a fazerem guerras e a cometer todos os tipos de violência", explica Mark Mattox em Saint Augustine and the Theory of Just War.
A libido dominandi é a característica da natureza humana que atrai os sociopatas para o governo e suas agências, pois é assim que eles poderão exercitar sua lascívia de dominar e controlar cada aspecto da vida alheia. Essa é a essência da política, é o que impulsiona e excita todos os políticos. A cidade dos homens é governada pela luxúria do poder, e o poder tem esta capacidade de embevecer os meros mortais. Não é de se estranhar, portanto, que até mesmo pessoas geralmente boas se corrompam e adquiram propensões ditatoriais tão logo entrem para o estado.
Aqueles que querem ser eleitos e que querem se manter no poder sendo seguidamente reeleitos têm de estar preparados para quebrar todas regras morais que conhecem, se os fins assim justificarem.
Como já havia vaticinado Mencken, já se tornou "uma impossibilidade psíquica um cavalheiro se tornar membro do governo". A democracia possibilita que os demagogos, "em virtude de seu talento para o absurdo e para as tolices", insuflem a imatura imaginação da massa.
E conclui:
Os políticos raramente, se nunca, são eleitos apenas por seus méritos — pelo menos, não em uma democracia. Algumas vezes, sem dúvida, isso acontece, mas apenas por algum tipo de milagre. Eles normalmente são escolhidos por razões bastante distintas, a principal delas sendo simplesmente o poder de impressionar e encantar os intelectualmente destituídos.
Será que algum deles iria se arriscar a dizer a verdade, somente a verdade e nada mais que a verdade sobre a real situação do país, tanto em questões internas quanto externas? Algum deles irá se abster de fazer promessas que ele sabe que não poderá cumprir — que nenhum ser humano poderia cumprir?
Irá algum deles pronunciar uma palavra, por mais óbvia que seja, que possa alarmar ou alienar a imensa turba de idiotas que se aglomeram ao redor da possibilidade de usufruir uma teta que se torna cada vez mais fina? Isso pode acontecer nas primeiras semanas do período eleitoral, mas não após a disputa já ter ganhado atenção nacional e a briga já estiver séria.
Eles todos irão prometer para cada homem, mulher e criança no país tudo aquilo que estes quiserem ouvir. Eles todos sairão percorrendo o país à procura de chances de tornar os ricos pobres, de remediar o irremediável, de socorrer o insocorrível, e de organizar o inorganizável.
Todos eles irão curar as imperfeições apenas proferindo palavras contra elas, e irão resolver todos os problemas com dinheiro que ninguém mais precisará ganhar, pois já estaremos vivendo na abundância. Quando um deles disser que dois mais dois são cinco, algum outro irá provar que são seis, sete e meio, dez, vinte, n.
Em suma, eles irão se despir de sua aparência sensata, cândida e sincera e passarão a ser simplesmente candidatos a cargos públicos, empenhados apenas em capturar votos. Nessa altura, todos eles já saberão — supondo que até então não sabiam — que, em uma democracia, os votos são conseguidos não ao se falar coisas sensatas, mas sim ao se falar besteiras; e todos eles dedicar-se-ão a essa faina com vigoroso entusiasmo. A maioria deles, antes do alvoroço estar terminado, passará realmente a acreditar em sua própria honestidade. O vencedor será aquele que prometer mais com a menor possibilidade de cumprir o mínimo.
Douglas French é o diretor do Ludwig von Mises Institute do Canadá. Já foi o presidente do Mises Institute americano, editor sênior do Laissez Faire Club, e autor do livro Early Speculative Bubbles & Increases in the Money Supply. Doutorou-se em economia na Universidade de Las Vegas sob a orientação de Murray Rothbard e tendo Hans-Hermann Hoppe em sua banca de avaliação.
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Silver Member
E não, não tem tanto assim a ver com a idade...
10 Signs You’re Dating A Woman, Not A Girl
I have the unfortunate luck of finding too many girls in my life and not enough women. It’s not an age thing – some women are younger than girls. The difference is in the way the two types act, think and live their lives.
Women and girls see the world differently. They understand the world differently. And they interact with it differently. Girls are a dime a dozen, but women… women are a scarcity.
This isn’t to say they are non-existent; they’re just difficult to come by. To be fair, they aren’t completely to blame — women and girls have to deal with the same dynamic with men and boys.
As men (not boys), we have to make sure we don’t get stuck dating a girl, it’ll probably be the worst decision of our lives. While it can be difficult to tell the two apart, there are 10 obvious giveaways:
1. Girls like to dress in revealing clothes because they think they look sexy – women know they look sexy no matter what they wear.
Women understand that being provocative isn’t the only way to be sexy. A woman doesn’t have to have her everything hanging out in order to feel sexually appealing. Women are so confident in their own skin that they do not care what they are wearing – they know that they are sexy because they are sexy.
2. Girls expect their men to know how they feel and what they’re thinking – women use their words.
Ladies… men cannot read minds. We wish that we could, it would make things a whole lot easier, but we can’t. Girls believe that their men should understand them so well that they simply know what they are thinking, how they are feeling and what they are “hinting” at.
Unfortunately, most men are not well-versed in picking up such signals. This is the point at which women get frustrated and bitchy while women accept their counterparts’ shortcomings and speak their minds instead.
3. Girls expect you to pay the tab – women are financially independent.
Girls like to be babied and taken care of, maybe they were spoiled growing up. Whatever the reason, girls don’t like whipping out their wallets. A woman, on the other hand, although confident enough to allow her man to pay for her sometimes, also makes a point to cover the bill herself from time to time – for both of them.
A woman likes to remind her man that she only keeps him around because he respects her and treats her well, and that she doesn’t need his cash.
4. Girls go out and get wasted – women can hold their liquor and know their limits.
You know that woman who’s hounding the table at the clubs, waiting to pounce on the next bottle? Of course, you don’t. A woman doesn’t do that. Only girls chug down free booze in order to get hammered – it allows them to make poor decisions.
This isn’t to say that women don’t drink their fair share. They do. But they know their limits and never drink to the point of losing control. Women always stay in control.
5. Girls can’t wait to update their Facebook status to “In a relationship” – women forget they have a Facebook.
Women are just too busy with real life to bother updating their Facebook statuses. They will probably do it eventually when they happen to be on there and remember to do so, but they won’t go running onto the site the second they believe an updated status won’t freak out their new man.
6. Girls watch junk TV – women read.
Some TV is great TV – the rest is pretty much garbage. Women do have their TV shows – some being guilty pleasures – but they also like to spend their time with their nose in books and magazines with substance.
They don’t enjoy filling their lives with meaningless pop-culture garbage that gets regurgitated over the decade. Women like to keep sharp. Girls like to keep occupied.
7. Girls talk about trivial matters – women know how to hold a stimulating conversation.
This is probably one of the biggest differentiating factors. Most girls are awful at holding conversations. They aren’t up-to-date on global affairs. They don’t have any intellectual hobbies or interests. And their opinions aren’t really their own, but are the opinions of others they heard and took as their own. Girls are boring. Women are fascinating.
8. Girls eat salads – women eat whatever the hell they want.
This isn’t to say that women don’t eat salads – some do. But they don’t eat salads in front of men just to go home afterwards and chow down on a pint of ice cream.
Women eat healthily because they respect their bodies. Girls eat healthily to let everyone else know that they are eating healthily. A real woman will sit down and have a burger and fries with you, with no fuss. She knows she can and because she wants to, she will.
9. Girls stick to what they know – women are always searching to widen their horizons.
Women are experienced in life and therefore understand the importance of experiencing life. They do their best to see the world, meet people, explore possibilities. They are passionate and driven. Women take life by the horns. Girls aren’t really sure what their purpose is – they’re hoping to find a man to pick them up and show them the way.
10. Girls need guardians – women don’t need anybody but themselves.
There is nothing, and I mean nothing, sexier than a female who can take care of herself. All females are capable of it, but few actually take care of business. Girls like to coast along in life – always looking for handouts.
Women take what they want and don’t need anyone to help get it. They are strong, confident and independent. Women are the future. Girls are the past.
Última edição por Sway : 09-02-15 às 09:35:15
The privilege of a lifetime is to become who you truly are. - C. G. Jung
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Silver Member
Têm a mania que são exigentes!
Um homem sofre!
"Ergue essa cabeça, mete o pé e vai na fé!"
"O que importa não é quem tu procuras mas em quem tu tropeças"
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Silver Member
Quem não quer tem sempre alternativa, é daquelas coisas que é só para quem gosta. Em qualquer caso, 90% dos homens prefere as outras, daí também haver esse nível de exigência. O 11º sinal devia ser o "Não têm paciência para time wasters".
The privilege of a lifetime is to become who you truly are. - C. G. Jung
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Senior Member
O tempo e o observador
O onde e o quando da consciência no cérebro
Daniel C. Dennett e Marcel KinsbourneO texto de Daniel Dennett (n. 1942) que aqui se apresenta, de co-autoria com Marcel Kinsbourne, é bem o exemplo de uma abordagem filosófica do conceito de consciência que não dispensa o recurso às entidades e aos métodos das ciências experimentais, nomeadamente da psicologia.
Contudo, não é uma aceitação passiva das mesmas, na medida em que são trabalhados dentro das ciências (sobretudo de B. Libet) que, quando analisados criticamente, permitem uma reformulação de teorias e de modelos. Em "O Tempo e o Observador: O Onde e o Quando da Consciência no Cérebro" de 1992, Dennett e Kinsbourne criticam o modelo cartesiano da consciência (o Teatro Cartesiano) segundo o qual a consciência é uma espécie de espectáculo que se oferece ao sujeito experienciador, e apresentam como alternativa a este modelo aquilo que eles chamam o Modelo das Versões Múltiplas.
Segundo este modelo, não há qualquer meta final para a apresentação da consciência numa versão final canónica, mas sim um constante fluir de experiências em estados diferentes de montagem por parte dos diversos componentes do sistema de "edição/montagem".
Assim, os fenómenos de cor phi e daquilo que eles chamam "o coelho cutâneo" (a sensação de um coelho a saltar ao longo do braço) deixam de aparecer como fenómenos anómalos que põem em causa a lei da causalidade que estabelece que as causas precedem sempre os seus efeitos. As múltiplas versões são revistas e montadas de acordo com dois princípios da representação de propriedades temporais (que têm de se distinguir das propriedades temporais das representações), a saber, as revisões orwelliana e estalinesca.
A tradução portuguesa, de Luís M. S. Augusto, é disponibilizada na Crítica, com a autorização dos autores, em PDF.
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Silver Member
Agora no que toca a eles... dão 11 sinais e esse 11º vale ouro.
The 11 Differences Between Dating a Boy vs a Man
When I was in my early twenties, if a guy acted aloof, called back only sometimes and showed minimal interest, I would get hooked. You could say I was addicted to the bad boy/ unavailable boy/ player. I was drawn to what psychotherapist, Ken Page terms as “attractions of deprivation” – when we are drawn to people who embody the worst emotional characteristics of our parents. Basically, the theory explains that we are attracted to people who can wound us the same way we were wounded in our childhood, as our psyche tries to recreate the past void and save us by changing its ending.
“The child in us believes that if the original perpetrators — or their current replacements — finally change their minds, apologize, or make up for that terrible rupture of trust, we can escape from our prison of unworthiness. Our conscious self is drawn to the positive qualities we yearn for, but our unconscious draws us to the qualities which hurt us the most as children.” - Psychology Today
So games used to work on me because 1) I had unresolved daddy issues and 2) At the tender age of 20, I was trying to figure out who I was and to top it off, I was ridden with insecurity and a low sense of self-worth.
But somewhere in between the passing of a decade, something changed.
I learned to love myself. I became independent, confident, and started to value my self-worth. I went through hardships and heartbreaks and picked myself back up which built my strength and courage. Instead of relying on beauty as my source of empowerment, I focused on basing my empowerment on my intelligence, successes, values, contributions to the world and how I helped others. In a sense, I finally grew up. I went from being a girl to becoming a woman. And as a woman, you are attracted to very different things than you are as a girl.
A girl is attracted to boys. A woman is attracted to men. Now, this has nothing to do with the actual age of a person. I’m referring to maturity, life vision and stage of life. In fact, some people regardless of their age, will never really grow up. You can switch the genders in this post and most points would likely still apply.
If you are a girl (lack independence, are ruled by insecurity, lack self-respect, throw tantrums, have princess syndrome, don’t have strong values or boundaries and can’t hold yourself on your own) then expect that you will attract only boys. However, if you are a woman (independent, ambitious, knows your worth and value, has a strong moral compass, is considerate and an able communicator and doesn’t let insecurity dominate your psyche), then you should be dating a man. And if you can’t spot the difference just yet, here are some pointers.
- A man knows what he wants, and goes for it. A boy may have somewhat of an idea, but not really. He doesn’t think too much about it, and even if he does, doesn’t exert much effort to get it. A boy is passive, a man is assertive.
- A man plans for his future and is working towards building a foundation and infrastructure in order to have a family (at some point in his life) or another purpose or passion. A boy lives only in the moment and his plans are mostly around which bar he’s going to hit up on the weekend.
- A man looks for a woman with intelligence, who is supportive, grounded and encompasses a shared set of values when choosing a partner. A boy cares mostly only for girls who are hot, wild and exciting.
- A man knows a good woman when he meets one and will take initiative to get to know her. A boy may make an attempt if you’re lucky, but gives up before ever really trying.
- A man has the courage to have uncomfortable conversations. He is honest with his intentions and lets people know where they stand. A boy avoids. He ignores confrontation or any serious talks about feelings. Instead of dealing with a situation, he runs away from it or creates drama or excuses to mask the fact he’s not that into you or a relationship.
- A man knows when to invest in a woman and jump in with two feet. A boy is always “testing” – he doesn’t fully commit because he never knows if he is quite ready. But the truth is, because he is a boy, regardless of who he meets, he will never be ready due to the stage of life he is in.
- A man knows how to have a good time and be social, but is often busy making strides in his career and building his life. A boy is getting crunk with his buddies at the bar every weekend.
- A man takes the time to reflect on the type of man he wants to be, the example he wants to leave and the vision for his life. He has put thought into his values. A boy has not established his moral compass or values and consequently, is often inconsistent.
- A man has integrity. He means what he says, and says what he means. He has follow through and actions his promises. And if he can’t he has the guts to tell you why. A boy makes promises but doesn’t follow through.
- A man is afraid of rejection but will put himself out there anyway. A boy is afraid of rejection and acts passive so that his pride and ego won’t ever get too banged up.
Now, a lot of these differences require taking the time to know someone to figure out if the apple of your eye is indeed a man, or a mere boy. However, one of the quickest filters that you can notice from the beginning is this:
11. A boy plays games. A man doesn’t.
The privilege of a lifetime is to become who you truly are. - C. G. Jung
I am eternally grateful to the women before me who fought for my rights.
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Silver Member
Depende... eu ja fui dado como "time waster" por ser um bocado timido, mas com um sorriso e uma simpatia, acho que passei á designação "na corrida" 
Uma coisa é não ser um sedutor e falar pelos cotovelos, outra é não ter interesse.
Epah bolas! Comecei por brincar e agora estou on feelings!
És terrivel, tu!
"Ergue essa cabeça, mete o pé e vai na fé!"
"O que importa não é quem tu procuras mas em quem tu tropeças"
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Silver Member
A errar se aprende Makoto, na próxima tens que te mexer mais. Porque se tu não o fizeres, alguém o vai fazer.
Já coloquei ali a lista para os homens, vale a pena dar uma leitura e tentar perceber onde há uma ou outra falha.
Estamos todos começados, ninguém acabado.
The privilege of a lifetime is to become who you truly are. - C. G. Jung
I am eternally grateful to the women before me who fought for my rights.
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Silver Member
Concordas com a lista, sway?
Não vale a pena falar do que faço ou não, mas encaro o 11° como um "escape" ao dia.
Ha alturas em que precisamos desse tempo para planear como alcançar os nossos objectivos. Sim, é verdade.
Mas também há alturas em que simplesmente precisamos daquele momento para relaxar um bocado.. não penso que seja isso que diferencie um homem de um gajo
Dá-me a tua prespectiva
"Ergue essa cabeça, mete o pé e vai na fé!"
"O que importa não é quem tu procuras mas em quem tu tropeças"
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Senior Member
The Code in the Matrix
“You get used to it. I don’t even see the code anymore, all I see is blonde, redhead, brunette,..”
One of the premier posts I wrote for this blog was about women’s propensity to give men advice that is completely counter to anything in men’s interests. The prey does not teach the hunter how better to catch it. Essentially the ‘chick advice’ dynamic is a meta-shit test meant to filter for the guys who ‘get it’ on their own (despite deliberately countermanding female advice) and those who need to be told ‘how to get it’.
I think I addressed this dynamic fairly well (and here too), but every so often I’ll be made aware of an article in which a woman attempts to ‘enlighten’ men not only about how better to achieve success with their sex in general, but also to disabuse themselves of the “myths” they believe men subscribe to that hinder them from a more complete understanding of women.
Never mind that dating “success’ to the feminine mind always involves a committed fem-centric monogamy, while men’s definition usually involves lingerie and KY jelly. What’s telling in these particular articles is women’s attempt to explain social dynamics from a male perspective while still defending the social conventions that serve their gender interest. It’s a very entertaining read for the unplugged man – like seeing the code in the Matrix.
The longer you’ve been unplugged from fem-centrism the more sensitive you become to registering the nuances it employs to keep you in doubt of it. However the comedy of it is of the black and tragic sort when you realize how long you yourself subscribed to such now-obvious tropes and flimsy rationales in an effort to identify with women to get laid.
With very few notable exceptions, all women are by default plugged into the girl-world perspective with very little motivation to see past the pre-established constructs that serve them so well. So it’s almost comical to read women encouraging men to retake the blue pill and plug themselves back into their perspective.
Marni Kynris’ Wing Woman article is a mercifully brief example of this. (For the record, no woman will ever be your willing wingwoman, the sisterhood forbids it).
OK, lets run this down point by point then:
Women have baggage, too, especially the attractive ones. Translation: “I’m fat. In fact at least 66% of my sisters are, or will become overweight too. My BMI is well above the norm and I don’t have the motivation or self-discipline to trim down in order to compete with the physically superior women men are naturally more aroused by. So in order to compete in this realm I need to disqualify these competitors by advising men steer clear of them (and give us fat women a fighting chance) by perpetuating the ‘hot girl = dumb/damaged’ archetype.”
Just because a woman is hot does not mean that her life is perfect Perhaps, but if she’s fat, you can see she’s less than perfect. Newsflash: Men aren’t looking for perfect women. We’re looking for hot, sexually available women with the baseline of a workable personality.
Women prefer personality to looks. Translation: “The ratio on which women place the importance of personality to looks is directly proportional to their depreciating ability to draw and maintain consistent male sexual attention. So make sure you focus on staying a nice, safe, sweet and dependable guy, making about six figures and be a little confident about it when you hit 35. When I can no longer hold the sexual interests of the douchebags, criminals and sociopaths who make me hot, it’ll be your ‘personality‘ that finally wins me over.”
Women DO NOT like bad boys. Translation: “Look, there are far more ‘Plain Janes’ and chubbies in the world than men would ever realistically settle for if they knew any better, and we can’t allow men to think that Alpha Bad Boys are the only demographic hooking up with hot (i.e. desirable) women, so we’re going to appeal to your introvert insecurities and silly notions of chivalry and tell you that even Mr. Nice Guy still has a chance with us. We innately crave being sexually dominated by an Alpha badass (even when he’s incarcerated for murder), but that doesn’t mean we don’t also crave being able to ‘tame the savage beast’. We need the Alpha to inseminate us, and we need the Beta cuckold to provide for us; it takes a constant effort to keep you unaware of this.”
There’s no “right” line, but there’s a right way to say it. Translation: “When it comes to communication, women care less about content, and more about context. It’s not the information that’s important, it’s the way we ‘feel’ when you deliver it. But please, do go on believing that women are completely rational agents, perfectly capable of relying on deductive reasoning.”
Women want to be approached, as long as it’s by the right person. Translation: “If you’re cute/hot, you’re the right person. If not, you’re a sexual predator. If I’m attracted to you it’s an office romance, if I’m not it’s sexual harassment.”
Women want you to respect them, not admire them. Translation: “So be sure you’re respecting us, not admiring us when you’re looking at the millions of our self-shots. Remember, were doing this to garner respect, not admiration.”
It’s difficult to be unplugged and know that you’re living in a society literally immersed in fem-centrism. You’re sensitive to it, you can see the underpinnings of why the canards exist and the utility of the social convention for the feminine imperative, but you know that even in drawing attention to them you risk ridicule and ostracization. That’s the scope of the feminine Matrix.
This is just one, easy to disassemble article written by what I’m sure was a well-meaning author, but think about how fem-centrism permeates just your small, localized social circle. How many times have you overheard your female ‘friends’, coworkers and plugged in men you know prattle off some variation of one of Marni’s gender appropriate aphorisms I detailed above?
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Senior Member
Coisas que gosto...
Xilre
Meu fado é o de não saber quase tudo.
Sobre o nada eu tenho profundidades.
Manoel de Barros
Tu anuncias o mar, as estrelas e o sol
Claude Monet, Impressão, nascer do sol, 1837
Escrevia o poeta Jaime Sabines à sua amada, Chepita, em 1949:
Estás triste, é certo, mas tu não és tristeza, tu és alegria e serenidade e paz.
Não vejas apenas um aspeto de ti mesma, um acidente da tua própria substância; tu és todas as coisas juntas, e o mar e as estrelas e o sol anunciam-se em ti.
in Xilre: Tu anuncias o mar, as estrelas e o sol
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Silver Member
 Originalmente Colocado por Makoto
Concordas com a lista, sway?
Não vale a pena falar do que faço ou não, mas encaro o 11° como um "escape" ao dia.
Ha alturas em que precisamos desse tempo para planear como alcançar os nossos objectivos. Sim, é verdade.
Mas também há alturas em que simplesmente precisamos daquele momento para relaxar um bocado.. não penso que seja isso que diferencie um homem de um gajo
Dá-me a tua prespectiva 
Na minha perspectiva pessoal, o que está ali tem fortes probabilidades de ser desejável pela maioria das mulheres, eu incluída, mas depois há a acrescentar a isto aquilo que procuramos porque se encaixa melhor com a nossa maneira de ser, e isso pode tirar importância a alguns dos pontos, e haver outras coisas que preciso, que estão ali omissas. Aliás, tenho por aí a minha lista de preferências e tem mais de 11 pontos. 
Por outro lado, sou uma pessoa que avalia potenciais, e muitas vezes as pessoas até têm estas qualidades, mas estão mascaradas por situações da vida diversas, mas que nas circunstâncias certas vão desenvolver-se, daí não ser rápida a excluir quando vejo isso, e ter uma certa flexibilidade para as pessoas me mostrarem o que são realmente. Também para nós não há fórmulas.
O que vou fazer é dar uma ponderação a cada ponto, talvez assim seja mais preciso.
1. Saber o que quer e ser selectivo/assertivo: 100%
2. Tem planos concretos, sejam eles quais forem, têm pelo menos uma "paixão" que perseguem: 60% (gostava que tivesse, mas se n tiver o problema não é meu, desde que não viva à minha custa... tranquila)
3. Um homem que priorize a inteligência (e saiba lidar com isso) e valores pessoais comuns: 100%
4. Reconhece uma boa mulher quando a encontra (selectividade) e dá seguimento a esse encontro. 100%
5. Coragem para se sentir desconfortável, não cai no evitamento às conversas difíceis e é honesto: 50% (desde que não desapareça, eu tenho facilidade em chegar à conversa em assuntos difíceis, pelo que trato eu disso, se ele não tiver tanta facilidade)
6. Um homem que saiba quando investir numa mulher e que aposte totalmente nisso. 100% (lá está, andar a testar, ou andar a pescar todas a ver a que cai, não obrigada)
7. Um homem responsável nas coisas da sua vida, que sabe dividir entre dever e lazer: 100% (eu é que n vou tratar da vida dele de certeza, posso apoiar se for preciso, nada mais que isso)
8. Um homem que reflecte sobre a pessoa que quer ser e o exemplo que quer deixar: 80% (pessoas evolutivas agradam-me, no entanto se estiver satisfeita com a sua companhia e ele n quiser evoluir mais, o problema não é meu... tanto me faz, não me diz respeito)
9. Um homem íntegro: 100%
10. Um homem que receia a rejeição (todos receiam, é normal), mas que mesmo assim se faz à vida, arrisca, leva negas mas continua a tentar. 50% (acho isto importante... mas mais para ele. Para mim, que quase sempre me envolvi com pessoas mais reservadas, não tem tanta importância, porque se eu tiver a certeza que há interesse da parte dele, e eu também tiver, eu propria desbloqueio a comunicação e facilito o contacto. No entanto se eu não tiver a certeza, provavelmente não arrisco, e assim lá se foi a oportunidade. Por outro lado se for uma pessoa que seja demasiado sensível a críticas e rejeições, vai-se ver grego com o meu feitio, portanto nesse aspecto é importante que seja mais indiferente aos danos que eu possa causar inadvertidamente) :D
Pronto, é esta a minha adaptação à lista. Mas junta os 10 pontos e pergunta a opinião a outras mulheres, assim ficas com diferentes perspectivas.
The privilege of a lifetime is to become who you truly are. - C. G. Jung
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Silver Member
Tranquilo da vida, não estou interessado em criar uma tese linguista sobre o tema, mas o saber não ocupa lugar
Última edição por Makoto : 09-02-15 às 13:44:17
"Ergue essa cabeça, mete o pé e vai na fé!"
"O que importa não é quem tu procuras mas em quem tu tropeças"
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Silver Member
Pois eu tenho pena de não me ter preocupado com isto quando tinha a tua idade, mas lá está, era uma miuda, e as miudas atraem miudos. A minha vida poderia ter sido muito diferente daquilo que está agora. A gente vai na onda do love e esquecemo-nos disto tudo, podemos ter sorte, ou azar. :D
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Tens um rebento, haverá maior sorte? 
...só um home que o sustente pahahahah
"Ergue essa cabeça, mete o pé e vai na fé!"
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Silver Member
Antes do rebento aconteceu muita coisa, e o rebento é que me faz não arrepender do que veio a seguir, e quem o sustenta sou eu... mas a errar se aprende.
Mas não se perdeu tudo... nada disso, mas há que aprender que nem todas as pessoas que amamos são para casar e fazer vida em comum. Ou pelo menos eu nisso acredito. Para se construir uma vida e familia é mesmo preciso ter atenção aos pontos que estão lá acima. Levou tempo, mas aprendi. Espero! :D
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Silver Member
Faltou-me só dizer:
Obrigado pela extensa e personalizada explicação
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Silver Member
Lololol... n era explicação, era uma conversa, coisa de extrovertidos, serve para ocupar tempo quando não há trabalho, e para não pensar muito nisso, por exemplo
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"O único lugar onde o sucesso vem antes do trabalho é no dicionário" - Albert Einstein
"Tocar uma nota errada é insignificante, mas tocar sem paixão é imperdoável!" - Ludwig van Beethoven
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Bronze Member
 Originalmente Colocado por picolata
Arrepiante!
Arrepiante, não diria. Mas tantas e tantas vezes uma verdadeira história de AMOR!
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Silver Member
Acho arrepiante no bom sentido, um super-pai como esse.
"O único lugar onde o sucesso vem antes do trabalho é no dicionário" - Albert Einstein
"Tocar uma nota errada é insignificante, mas tocar sem paixão é imperdoável!" - Ludwig van Beethoven
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Última edição por anotherlove : 09-02-15 às 22:35:18
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