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Título: Pensamentos [imagens, músicas, vídeos]

  1. #2311
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  2. #2312
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  3. #2313
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    Será que o aumento do salário mínimo causa desemprego?

    31 Janeiro, 2015

    by JoaoMiranda

    O Syriza ia aumentar o salário mínimo para 751 euros, mas pelos vistos já não vai. Para que o ministro do trabalho do Syriza acha que um aumento do salário mínimo poderá ter um impacto negativo no mercado de trabalho (leia-se, aumentar o desemprego).

    in Será que o aumento do salário mínimo causa desemprego? | BLASFÉMIAS

  4. #2314
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    ... no preâmbulo da Constituição da Organização Mundial da Saúde:

    Saúde é um estado de completo bem-estar físico, mental e social, e não apenas a ausência de doenças.
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  5. #2315
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  6. #2316
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  7. #2317
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  8. #2318
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    «Quem nada conhece, nada ama», PARACELSO

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  9. #2319
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    Por que discriminar é correto e natural


    Nos dias de outrora, dizer que um homem estava discriminando significava estar-lhe prestando um grande elogio. Significava dizer que ele tinha gosto: ele sabia distinguir entre o ruim, o medíocre, o bom e o excelente. Sua capacidade de fazer distinções requintadas permitia-o viver uma vida melhor do que em outros contextos.
    Hoje em dia, em nossos tempos politicamente corretos, discriminação implica ódio racial ou sexual.

    Quem discrimina está, segundo o senso comum, evocando o linchamento de inocentes, o enforcamento de negros que não cometeram crime nenhum, e, no extremo, um retorno à escravidão. Pelo menos foi isso que aconteceu com o senador recém-eleito pelo estado do Kentucky Rand Paul, que, durante sua campanha, afirmou que havia algumas partes da chamada Lei dos "Direitos Civis" de 1964 que eram repreensíveis. Em decorrência disso, a esquerda acionou sua poderosa máquina difamatória.


    Porém, tudo que o senador Paul estava dizendo é que, embora seja ilícito ao governo discriminar com base em raça, sexo ou qualquer outro critério, é um direito básico de indivíduos terem a liberdade para demonstrar exatamente quais são suas preferências. Trata-se de um elemento básico dos direitos de propriedade. Se os indivíduos não tiverem esse direito, então um importante elemento da liberdade está irremediavelmente perdido.


    Os gritos de fúria e revolta que recepcionaram tal exposição de ideias foram tão intensos, que o senador se sentiu compelido a recuar em sua declaração. Entretanto, estamos aqui para discutir ideias e não política. Aqui, a verdade e a justiça são nossas únicas guias, e não os sentimentos feridos de jornalistas trabalhando para a mídia convencional e para outros veículos lacrimosos. Sendo assim, faz-se necessário ser claro e direto: é mais do que óbvio que qualquer ato de discriminação da parte de indivíduos — porém, é claro, não da parte do estado — é um direito nato, pois trata-se do direito à liberdade.


    Quem discorda disso, por consequência lógica, teria de, por exemplo, impor a bissexualidade para todos. A bissexualidade coerciva é a implicação lógica de qualquer movimento antidiscriminação. Por quê? Ora, homens heterossexuais desprezivelmente discriminam nada menos que metade da raça humana como indigna de ser sua parceira de cama/sexo/casamento: ou seja, todos os outros homens. Tampouco podem as mulheres heterossexuais alegar inocência frente a essa terrível acusação; elas, também, repudiam metade dos seres humanos nesse aspecto.
    E quanto aos homossexuais masculinos?

    Podem eles rechaçar essa acusação mortal? Não, eles também se recusam a ter qualquer coisa com todas as fêmeas nesse contexto. Similarmente, as fêmeas homossexuais, lésbicas, criaturas rançosas que são, também evitam manter relações amorosas com qualquer tipo de homem — de novo, metade da raça humana.
    Portanto, os bissexuais, e somente os bissexuais, estão livres de tal acusação. Somente eles são totalmente inocentes de incorrer em qualquer discriminação desse tipo. Eles são as únicas pessoas decentes em todo o espectro sexual; apenas eles se abstêm de incorrer em prática tão abjeta. (Vamos aqui desconsiderar o fato de que bissexuais também fazem comparações individuais baseadas em beleza, idade, senso de humor etc.)


    Logo, se nós realmente nos opomos à discriminação de questões referentes ao coração, então todos nós temos de abraçar a bissexualidade. Pois, se não o fizermos voluntariamente, a implicação lógica é que devemos ser forçados a fazê-lo. Afinal, recusar-se a aceitar essa conclusão significa aprovar não apenas tacitamente, mas também ativamente, práticas discriminatórias — certamente uma das piores coisas dentro do arsenal do politicamente correto.
    É perfeitamente possível opor-se a esse argumento dizendo que leis contra a discriminação feita por agentes privados devem ser válidas apenas para empresas e negócios, e não para interações entre pessoas.

    Porém, por que somente para o comércio e não também para relações humanas? Certamente, se há algo como "o direito de não ser discriminado", então ele deve ser aplicado em todas as áreas da existência humana, e não apenas no mercado. Se nós temos o direito de não sermos assassinados, ou roubados — e nós o temos —, então esse direito permeia todos os domínios da existência humana. Ser assassinado ou roubado dentro de sua casa é tãoigualmente incorreto quanto o ser dentro de uma loja.
    Ademais, o fato é que as atuais leis antidiscriminação nem mesmo se aplicam uniformemente no âmbito comercial. Antes, sua aplicação depende do "poder" envolvido nas relações, um conceito bastante sem sentido, pelo menos da maneiro como é utilizado pelos nossos amigos da esquerda.


    Por exemplo, se eu odeio chineses e, por conseguinte, não quero frequentar seus restaurantes, não estou violando nenhuma lei. Entretanto, se o dono do restaurante chinês, por exemplo, odeia judeus como eu, ele legalmente não pode me proibir de entrar em suas dependências. Por quê? Porque os vendedores, nesse caso, são considerados mais "poderosos" do que os compradores.
    Porém, a coisa nem sempre funciona assim. Se um grande comprador — por exemplo, uma rede varejista poderosa — se recusar a comprar estoques de uma empresa fornecedora presidida por uma mulher, porque tal rede varejista discrimina mulheres, ela jamais ficaria impune mantendo tal política.


    Por que então deveria esse sentido ilegítimo de "poder" determinar a legalidade de uma decisão econômica? Certamente, um homem "sem poder", no sentido de ser pobre, não teria permissão para estuprar uma mulher "poderosa", no sentido de que ela é rica. Ou teria? Bem, essa defesa nunca foi tentada antes, então, quem sabe?
    Outra objeção: pode ser aceitável que um indivíduo discrimine uma minoria oprimida, mas se muitos — ou, pior, se todos os membros da maioria — resolverem incorrer nessa prática, suas vítimas irão sofrer indevidamente e excessivamente. Por exemplo, suponha que brancos se recusem a alugar quartos de hotéis para negros, ou até mesmo a empregá-los. Consequentemente, os negros passarão por sofrimentos e angústias atrozes.


    Porém, tal objeção é economicamente ignorante. Se os brancos boicotarem os negros dessa maneira, o livre mercado irá se levantar em defesa destes últimos. Como? Se nenhum proprietário estiver concedendo alugueis para um negro, então haverá aí uma grande oportunidade de lucro. Mais ainda: os lucros subirão enormemente em decorrência do simples surgimento desse arranjo. Consequentemente, passará a ser extremamente vantajoso para qualquer empreendedor, no sentido financeiro, passar a suprir essa demanda de mercado.


    O mesmo ocorre no mercado de trabalho. Se os brancos se recusarem a contratar negros, seus salários cairão para níveis abaixo daquele que de outra forma prevaleceria no mercado. Isso irá criar grandes oportunidades de lucro para alguém — seja ele branco ou negro — que decida contratar essas pessoas, o que o tornará capaz de superar concorrencialmente aqueles que optaram pela discriminação.
    Porém, esse fenômeno não funcionou para aliviar a má situação dos negros que eram obrigados a sentar no banco de trás dos ônibus durante a vigência das leis de segregação racial nos EUA até a década de 1960. Por quê? Porque a entrada no mercado de fornecimento de serviços de ônibus era estritamente regulada pelas forças políticas, as quais, antes de tudo, foram as responsáveis pela criação dessas leis raciais repreensíveis. Se a determinação de que negros se sentassem no fundo do ônibus fosse apenas resultado de discriminação privada, tal arranjo seria completamente impotente e inócuo, pois outras empresas concorrentes certamente passariam a ofertar lucrativamente serviços de ônibus para essas pessoas discriminadas.
    É com essas e outras questões que lido em meu mais novo livro, The Case for Discrimination (algo como Em Defesa da Discriminação). A minha esperança é que esse volume possa lançar alguma luz sobre essas questões, além de se mostrar uma leitura interessante.




    Walter Block é membro sênior do Mises Institute e professor de economia na Loyola University, Nova Orleans.


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  10. #2320
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    Pela total liberalização de todas as drogas


    A guerra estatal contra as drogas, assim como a Guerra Contra a Pobreza ou a Guerra Contra o Terror, é um fracasso abjeto. Ela atravanca o sistema judiciário, incha desnecessariamente a população carcerária, estimula a violência, corrompe a polícia, corroi as liberdades civis e acaba com a privacidade financeira. Ela também estimula buscas e apreensões ilegais, arruína inúmeras vidas, desperdiça centenas de bilhões em impostos, obstrui o avanço de técnicas de tratamento medicinal e não produz impacto algum no uso ou na disponibilidade das drogas.

    Como consequência dessa fracassada guerra, gente oriunda de todos os lados do espectro ideológico já começou a clamar - em modo e intensidade nunca antes vistos - por algum grau de descriminalização ou legalização.
    Um recente exemplo disso é o filósofo político britânico John Gray. Em um artigo intitulado "O Argumento a Favor da Legalização de Todas as Drogas é Irrefutável", Gray faz uma forte defesa da descriminalização total das drogas. A guerra mundial contra as drogas deveria ser abolida porque:



    • A guerra às drogas já mutilou, traumatizou ou desalojou um incontável número de pessoas.


    • Apesar disso, o uso de drogas permanece entranhado em nosso modo de vida.


    • Os custos incorridos pela proibição das drogas já excederam enormemente qualquer possível benefício.


    • Penalizar o uso de drogas acaba por levar pessoas que em outro contexto seriam cumpridoras da lei à economia do submundo.


    • A proibição expõe os usuários de drogas a enormes riscos de saúde.


    • Drogas ilegais não podem ter sua qualidade e toxicidade facilmente testadas.


    • Inúmeros usuários de drogas viveram vidas produtivas em épocas passadas antes das drogas serem proibidas.


    • Os usuários de drogas têm de lidar com preços inflacionados, riscos de saúde e a ameaças de cadeia.


    • Políticos que já utilizaram drogas não sofreram qualquer tipo significativo de efeito colateral em suas carreiras.


    • Os enormes lucros obtidos com as vendas de drogas ilegais corrompem instituições e destroem vidas.


    • A cruzada antidrogas recentemente iniciada pelo governo do México acabou se agravando e se transformando em uma miniguerra. (Pense no Rio de Janeiro).


    • Alguns estados já foram, de uma forma ou de outra, inteiramente capturados pelo dinheiro das drogas.

    Ele também poderia ter falado, como vários outros já o fizeram, que certas drogas ilegais já se comprovaram muito eficazes como analgésicos, que pessoas que fumam maconha têm menor risco de sofrer de certas doenças, ou que o abuso de remédios controlados mata pessoas (Elvis, Heath Ledger, Michael Jackson) da mesma forma que as overdoses de drogas ilegais.

    Ele poderia ter mencionado que o abuso de álcool é um problema social maior do que o uso de drogas ilegais, ou que apenas nos EUA ocorreram 1.702.537 prisões no ano passado, sendo que quase metade foi por causa de uma simples posse de maconha.


    O problema com o argumento "irrefutável" de Gray é que ele é utilitarista. Ele não faz um argumento em nome da liberdade. Ele não argumenta que as pessoas devem ter a liberdade de usar drogas simplesmente porque elas são livres. Assim, se a guerra às drogas parar de mutilar, traumatizar e desalojar as pessoas, se os custos da proibição tornarem-se menores que os benefícios, se as drogas ilegais puderem ter sua qualidade e sua toxicidade testadas, se a miniguerra mexicana acabar, etc. - então, de acordo com Gray, a guerra às drogas poderia ser uma coisa boa.


    O único argumento irrefutável é o argumento do ponto de vista da liberdade. Mais ainda: da imoralidade que é a intromissão governamental na vida pessoal de cada indivíduo. Em nenhum lugar do seu artigo Gray sequer considera que não é papel do governo e nem é direito de qualquer pessoa proibir, regular, restringir ou controlar o que um indivíduo deseja comer, beber, fumar, absorver, cheirar, aspirar, inalar, engolir, ingerir ou injetar em seu corpo.


    Se as drogas serão para uso médico ou recreativo é algo que não importa. E também não importa se o uso de drogas irá aumentar ou diminuir. Um governo que tem o poder de proibir substâncias nocivas ou práticas imorais é um governo que tem o poder de banir qualquer substância e qualquer prática. Sequer deveria existir algo como 'substância controlada'.
    Conservadores que reverenciam leis deveriam apoiar tanto a liberdade de se utilizar drogas para qualquer propósito quanto um livre mercado para as drogas. Não é minimamente racional autorizar o governo federal a se intrometer nos hábitos alimentares, alcoólicos ou tabagistas dos indivíduos.

    Com efeito, até o início do século XX inexistiam leis contra as drogas em praticamente todo o mudo. (
    Clique aqui para ver algumas curiosidades sobre esse período de drogas livremente comercializadas).
    Não é papel do governo e nem é direito de qualquer pessoa proibir, regular, restringir ou controlar o que um indivíduo deseja comer, beber, fumar, absorver, cheirar, aspirar, inalar, engolir, ingerir ou injetar em seu corpo.
    John Gray chega a alertar contra uma "utopia libertária na qual o estado se abstém de qualquer preocupação em relação à conduta pessoal". Mas não é com esse seu alerta ridículo que temos de nos preocupar. O verdadeiro problema são os puritanos, os moralistas, os intrometidos, os totalitários, os estatistas e todos os outros reformadores sociais idealistas - dentro e fora do governo.

    As drogas de John Gray são regulamentadas, licenciadas, tributadas, monitoradas e controladas. Mas sem um livre mercado para as drogas, sua legalização nada mais é do que um controle estatal do mercado de drogas, como o professor e psiquiatra Thomas Szasz já demonstrou.


    O argumento de John Gray a favor da legalização de todas as drogas é facilmente refutável; já a defesa da liberdade é absolutamente irrefutável.

    Laurence Vance é um acadêmico associado ao Mises Institute, escritor freelancer, professor adjunto de contabilidade da Pensacola Junior College, em Pensacola, Flórida, e autor dos livros Social Insecurity, The War on Drugs is a War on Freedom, eWar, Christianity, and the State: Essays on the Follies of Christian Militarism.




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  11. #2321
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  12. #2322
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  13. #2323
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  14. #2324
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  15. #2325
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    Moments of Clarity



    Even for the most abject Beta man there comes significant points in his life when he makes a Red Pill connection – a point at which, despite his feminine-primary socialization and for all his own participation in a system that deceives him, his circumstance or a trauma rattles him into a state of clarity.


    As I wind my way through the Preventive Medicine timeline in the second draft of the next book I come to understand the periods at which these moments of clarity most commonly occur for Beta men.
    Early in life that prompt may be the sting of having a high school sweetheart break up with him before she goes off to college. In or after college it might be the undoing of a long distance relationship he thought for sure his soul-mate would help him dutifully preserve. Later it maybe the realization of how much of his personal potential he truly lost after investing so much in a wife who divorced him and separated him from his children.


    Not all of these events are as traumatic as this, but it’s during these Red Pill moments of clarity a man begins to see a hint of the code in the Matrix; a suspicion that maybe what he’s believed about how intergender relationsshould be really haven’t been directed toward his best interest.
    So it was with a certain amount of interest I took notice of a man named Stephen when he petitioned advice from a mouthpiece of the Feminine Imperative this week. Though he doesn’t yet realize it, Stephen is at a Red Pill moment of clarity in his life, and as most Beta men are won’t to do, he seeks answers from the same feminine-primary trough that’s kept him in a state of patient stasis until his yet unrealized potential has now become useful to the Feminine Imperative.


    Rather than simply allow the feminine crabs drag him back down into the barrel (until his next Red Pill moment of clarity), I’m going to re-post his plea for understanding here and give him (with the help of my esteemed commenters) the Red Pill truth he deserves at so critical a juncture in his life.

    Lately I’ve been thinking about my college dating experiences. I’m 28 years old now and I’ve noticed a very odd phenomenon lately. I’m getting noticed (and approached) by women that never would’ve given me the time of day when I was in college. Successful, accomplished women! One in particular is incredibly hot, but they all are attractive. I am baffled by this.

    You may laugh, but this is making me extremely frustrated and stressed out.

    Reading your blog has offered some explanations. I’m an analytical guy, so I’ve been very impressed with the social science you weave into your writing, and the research about how 28 is the ideal male age for women helped to explain what might be going on. But I still can’t figure out what’s going on, with me or with them. I feel emotions like resentment and suspicion, as well as desire, but I’m not at all flattered. I find myself unable to respond in any way, positively or negatively. I feel paralyzed.


    Sometimes I think I’m just offended. These are the very same women who rejected me time and again in college. I mean, I know they’re not the same but…they’re the same. I wanted relationships (I tried casual sex…EPIC FAIL), they didn’t want me. My one serious college girlfriend cheated on me with her professor. I was really, really hurt, felt like a chump, etc.
    To put it in a HUS context, the [college girls] preferred alpha males (I’m definitely a beta, introverted, overly intense, with a baby face.) Or maybe they were reluctant to get involved during college because they wanted to be free to move on after graduation and not be tied down.


    The thing is, I don’t think I’ve changed all that much. Frankly, I couldn’t change if I wanted to, even if it meant getting these women. I may have come out of my shell a little, but I honestly don’t think it’s me that’s different. It’s them, and I don’t think I like the difference. I think I’m the consolation prize. I think they still want the alphas but they’ve given up. Time to settle. I’m offended. I don’t trust these women.
    Am I too proud? Getting my revenge? Guarded from past humiliations? Or have I just grown up and learned from my experiences?
    Stephen


    Stephen, the moment of Red Pill clarity you’re now experiencing is coming from your newly realized status. The women you describe being attracted to you (different than being aroused by you) are entering what I call The Epiphany Phase – the point at which their sexual market value begins to decay in earnest while a man’s begins his greatest potential to capitalize upon his own SMV as it steadily (should) increase.

    This is a precarious time for women, usually the years between 28 and 30, where she makes attempts to reassess the last decade of her life. Women’s psychological rationalization engine (a.k.a. the Hamster) begins a furious effort to account for, and explain her reasonings for not having successfully secured a long term monogamous commitment from as Alpha a man as her attractiveness could attain for her. Even women married prior to this phase will go through some variation of self-doubt, or self-pity in dealing with the hypergamic uncertainty of her choice of husband (“Is he really the best I could do?”)


    It’s during this stage that women will make radical shifts in the prioritization of what prerequisite traits qualify as ‘attractive’ in a man and attempt to turn over a new leaf by changing up their behaviors to align with this new persona they create for themselves. Since the physicality, sexual prowess and Alpha dominance that made up her former arousal cues in a Man aren’t as forthcoming from men as when she was in her sexual prime, she reprioritizes them with (presumed) preferences for more intrinsic male attributes that stress dependability, provisioning capacity, humor, intellect, and esoteric definitions of compatibility and intimacy.


    Where you find yourself now, Stephen, is in the midst of these women coming to terms with their waning SMV and the increasing effort it takes women of that age bracket to effectively compete in a sexual marketplace where younger women simply outclass them with every new year that she doesn’t consolidate on a man who represents a good long term provisioning prospect.


    As you suggest, these are the same women who found you sexually invisible when they were younger and enjoying the same SMV peak with the relatively more Alpha men they wanted to have short term sexual experiences with. These women were the younger competition they now find threatening their sexual selection today.


    Are they exactly the same individual women? I don’t know for sure from your outline, but even if they aren’t, the Schedules of Mating script women follow is so common and predictable that they may as well effectively be the same women to you – and this is precisely what your subconscious instinct is attempting to relate to your conscious-self now.


    I honestly don’t think it’s me that’s different. It’s them, and I don’t think I like the difference.
    Unless you’ve made a drastic improvement to your physical appearance or you’ve become more Game aware and have changed your intersexual outlook and behavior the obvious answer is, it is these women who’ve changed.




  16. #2326
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    Now the question remains, why?
    What has changed in these women’s lives that prompted this dramatic shift in how they’ve re-prioritized what they now find sexually acceptable? What is it about you in the now (and not back then) that makes you ideal for that acceptability?
    Aunt Giggles wants to convince you to let bygones be bygones and follow along with the script the Feminine Imperative expects of you by shaming you for not forgiving a woman of her past indiscretions…



    No doubt the girls at college rewarded the males who were early developers and exhibited masculine qualities then. Why take that personally?

    I’ll tell you why, because the men they were interested in short term sexual prospects with then weren’t being asked to make anything resembling the life changing personal investment in these ‘reformed’ women she hopes you’ll man-up and be a ‘Better Beta’ for. Those men got the milk for free because the cow milked herself and gave it to them, gladly.


    Now that’s a hell of a proposition for a guy who’s played by what his prior feminine conditioning would have him believe were the ‘rules’ for as long as you have. Is it really that far a stretch to want to protect the investment of your personal potential, not to mention your yet unrealized peak SMV potential, with women who now hope you’ll be sex, love and desire starved enough for the past 10 or so years to look past all the short term sex they had with more Alpha men in the Party Years of their early to mid 20s?



    Maturation of Beta Bucks
    Aunt Sue has always ridden the fence when it comes to acknowledging the Alpha Fucks / Beta Bucks nature of women’s sexual strategy. When it suits her narrative she agrees with Hypergamy, when it doesn’t, well, you’ll never know because those posts get scrubbed from her blog.


    Fortunately you don’t need her input on Hypergamy to understand women’s pluralistic sexual strategy – there are many, much higher profile women than Susan Walsh who openly and publicly endorse exactly the strategy these women (who are suddenly attracted to you now) are using:


    “When looking for a life partner, my advice to women is date all of them: the bad boys, the cool boys, the commitment-phobic boys, the crazy boys. But do not marry them. The things that make the bad boys sexy do not make them good husbands. When it comes time to settle down, find someone who wants an equal partner. Someone who thinks women should be smart, opinionated and ambitious. Someone who values fairness and expects or, even better, wants to do his share in the home. These men exist and, trust me, over time, nothing is sexier.”
    ― Sheryl Sandberg, Lean In: Women, Work, and the Will to Lead

    And since we’re interested in the research perhaps we can ask Aunt Sue why it isnearly half of women in relationships retain a ‘Plan B’ guy:
    Whether he’s the one that got away, the office husband, or a gym partner, chances are he is the “Plan B” man you fantasize about running away with. Like an insurance policy, this man is the handpicked boyfriend or husband replacement you have on standby once “plan A” starts to break down on you. According to a survey conducted by OnePoll.com, an online market research company, half of women who are married or in relationships have a Plan B man on standby who is “ready and waiting” because of “unfinished business.”


    You see Stephen, it’s not those “Red Pill, Dark Triad cads” who perpetuate the “Beta Bux” theory; we don’t need to, it’s modern women who proudly, triumphantly, openly confirm their own Hypergamy and blatantly expect you to comply with it by default. In fact they’ll shame you, as all the commenters on HUS are doing now, for even questioning your expected role in affirming their sexual strategy.


    So, with the knowledge of this new Red Pill truth, openly confirmed by the very same women who are ‘attracted’ to you now, how do you intend to benefit from it? Will you stick your head back in the blue pill sand of HUS, or will you become curious about the broader truths of the Red Pill. Just remember, now you’re aware of a Red Pill truth, there’s no going back.
    However, bear in mind, you’re 28, the women you’re dealing with now have had a lot longer than just the 4 years they may have spent in high school to decide if you were attractive to them – these women have had the better part of the past 10 years and the benefit of experiencing the peak of their SMV potential up to this point in life.



    Aunt Giggles’ would have you believe your new found SMV is the result some maturation process or change in your personal conditions when in fact it’s the very calculated result of an proudly confirmed, pre-designed sexual strategy. And it becomes really insidious when the operative feminine social convention in play accuses you of wanting “revenge” for acknowledging the same strategy that these women do openly already; you could be cowed into the fear of remaining alone, but that’s a myth to bust in another post.
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  17. #2327
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    ...
    Num desses anos, em Corfu, um dos convidados americanos de Georgios foi um simpático economista americano.
    Brilhante, divertido, inventivo e muito cordial, Joe era professor universitário com vasta obra publicada e, por coincidência, ambos vivíamos então em Nova Iorque.
    Esse facto fez com que nos aproximássemos e, no regresso por Atenas, com as respetivas mulheres, organizámos um simpático jantar a quatro, em que combinámos ver-nos mais tarde em Manhattan.
    Assim viria a acontecer.

    Passaram uns tempos.
    Uma manhã, recebi uma chamada telefónica de Georgios Papandreau, de Atenas, inquirindo: "Já deste os parabéns ao Joe?".
    Eu devia estar distraído. Horas antes, a Academia Sueca anunciara que o Prémio Nobel da Economia fora atribuído ao Joe, a Joseph Stiglitz.

    Tempos mais tarde, lançou o "The Globalization and its descontents" e telefonou a convidar-me para um jantar volante comemorativo, na residência da sogra, no Upper West Side (eu morava no lado contrário da ilha), uma mulher muito interessante, que estivera ligada à publicação da obra.
    Semanas depois, quando Jorge Sampaio, então presidente da República, visitou Nova Iorque, tivemo-lo a jantar em casa, numa noite de conversa muito animada.

    ...

    Há dias, Siglitz pronunciou-se sobre a situação grega e a Europa.
    Constatou, por exemplo, que o euro, criado como um factor de unidade europeia, acabou por provocar assimetrias como nunca antes se observara, considerando a Alemanha, e não a Grécia, a grande ameaça atual à coesão da União Europeia:

    "A Grécia fez alguns erros, mas a Europa fez erros bem maiores. Quando esta crise começou o rácio da dívida grega face ao PNB era de 110%.
    Agora é cerca de 170%. O medicamento que lhe deram foi venenoso. Levou a que a dívida subisse e a economia baixasse",

    acrescentando: "As políticas que a Europa impôs na Grécia simplesmente não funcionaram e isso é também verdade para a Espanha e para outros países".

    Podemos presumir em quais ele estava a pensar...

    in: duas ou três coisas: Grécia
    Última edição por Zarco : 02-02-15 às 21:21:12 Razão: Redimensionar foto.
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  18. #2328
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    Qualquer assunto que valha a pena ser debatido, vale a pena ser evitado a qualquer preço.
    Lei da Retórica de Hartz
    Qualquer discussão levada suficientemente longe termina em semântica.
    Regra de Kim das Reuniões
    Se já se perdeu uma hora a emendar uma frase, alguém há-de vir com a sugestão de eliminar todo o parágrafo.
    Décimo Primeiro Mandamento
    Não reunirás.
    Leis de Mitchell sobre a Reuniologia

    1. Qualquer problema simples pode ser tornado insolúvel se se fizerem suficientes reuniões para o discutir.
    2. Quando é posta à consideração a maneira de arruinar um projecto, esta é invariavelmente aceite por todos como a solução mais adequada.
    3. Depois de a solução ter arruinado o projecto, todos os que inicialmente a aprovaram dirão: «Devia ter dado voz às minhas reservas logo de início».
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  20. #2330
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    Coisas de Pai

    Quando o meu puto era pequeno tínhamos um passatempo curioso.

    Nas noites limpas e de temperatura amena íamos para o terraço amplo do prédio observar a esfera celeste e localizar os pontos mais luminosos no céu.
    A "olhómetro" calculávamos com facilidade as coordenadas aproximadas do obejcto: N-S-E-W e n Graus de elevação.
    De seguida consultávamos no computar um programa que nos mostrava aquela porção de espaço em tempo real e assim sabíamos qual o nome daquele ponto luminoso.

    Fazíamos isto por "desporto" e não para o "formatar" para nada...

    Anos depois, numa "Noite de Astronomia" aqui na cidade, orientada pelo Astrónomo Máximo Ferreira, o meu puto resolveu mostrar as habilidades dele e saiu-se bem...

    Uma das últimas "brincadeiras" dele foi, quando abriu uma loja de computadores "vendidos à peça", convencer-me a comprar a peças necessárias e lá foi ele para a bancada da loja montar o PC, que funcionou à primeira e ainda o tenho aqui ao meu lado...

    A última, salvo erro, foi configurar-me, a partir da Inglaterra, o meu novo portátil com o horroroso W8...
    Última edição por Zarco : 02-02-15 às 23:12:00

  21. #2331
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    Ser eu é não ser.
    Viverei fugindo
    Mas vivo a valer. (...)"

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    "O que importa não é quem tu procuras mas em quem tu tropeças"

  22. #2332
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  23. #2333
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  24. #2334
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  25. #2335
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  27. #2337
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  28. #2338
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  29. #2339
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    Loneliness is a disease that changes the brain's structure and function

    Loneliness increases the risk of poor sleep, higher blood pressure, cognitive and immune decline, depression, and ultimately an earlier death. Why? The traditional explanation is that lonely people lack life’s advisors: people who encourage healthy behaviours and curb unhealthy ones. If so, we should invest in pamphlets, adverts and GP advice: ignorance is the true disease, loneliness just a symptom.

    But this can’t be the full story. Introverts with small networks aren’t at especial health risk, and people with an objectively full social life can feel lonely and suffer the consequences. A new review argues that for the 800,000 UK citizens who experience it all or most of the time, loneliness itself is the disease: it directly alters our perception, our thoughts, and the very structure and chemistry of our brains. The authors – loneliness expert John Cacioppo, his wife Stephanie Cacioppo, and their colleague John Capitanio – build their case on psychological and neuroscientific research, together with animal studies that help show loneliness really is the cause, not just the consequence, of various mental and physical effects.

    The review suggests lonely people are sensitive to negative social outcomes and accordingly their responses in social settings are dampened. We know the former from reaction time tasks involving negative social words (lonely people respond faster), and tasks involving the detection of concealed pain in faces (lonely people are extra sensitive when the faces are dislikeable). Functional imaging evidence also shows lonely people have a suppressed neural response to rewarding social stimuli, which reduces their excitement about possible social contact; they also have dampened activity in brain areas involved in predicting what others are thinking – possibly a defence mechanism based on the idea that it’s better not to know. All this adds up to what the authors characterise as a social "self-preservation mode."

    Meanwhile, animal models are helping us to understand the deeper, biological correlates associated with loneliness. For mice, being raised in isolation depletes key neurosteroids including one involved in aggression; it reduces brain myelination, which is vital to brain plasticity and may account for the social withdrawal and inflexibility seen in isolated animals; and it can influence gene expression linked to anxious behaviours.

    What about changes to our neural tissue? Human research is suggestive: in one study, people who self-identified as lonelier were more likely to develop dementia. Here, initial cognitive decline could be causing loneliness, but animal work gives us some plausible mechanisms for loneliness’ impact: animals kept in isolation have suppressed growth of new neurons in areas relating to communication and memory, just as very social periods such as breeding season see a pronounced spike in growth.

    Other basic brain processes are also upset by isolation. Isolated mice show reduced delta-wave activity during deep sleep; and their inflammatory responses also change, meaning that in one study, three in five isolated mice died following an induced stroke, whereas every one of their cage-sharing peers survived the same process.

    The research is clear that loneliness directly impacts health, so we need to do what we can to help people free themselves from social marginalisation. I’ve seen one approach during my time serving with time banking charities, in which people give their own time in return for someone else’s in a different situation – a process that can build social networks. Also the issue is acquiring momentum through the Campaign to End Loneliness and technology solutions such as the RSA’s Social Mirror project – an app that tells people about local social groups and activities. Mainstream health is also picking this up under the term “social prescription” (physicians advise patients of social groups and activities and “facilitators” help the patients take up the opportunities). But amongst all the institutional activity, we mustn’t forget our individual duties: sometimes all that’s needed is to reach out.



    Cacioppo, S., Capitanio, J., & Cacioppo, J. (2014). Toward a neurology of loneliness. Psychological Bulletin, 140 (6), 1464-1504 DOI: 10.1037/a0037618
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  30. #2340
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    Que dia tão luminoso...

    Tive no início a companhia simpática de duas miúdas "fotógrafas".
    Fiquei a perder, que esta minha máquina é do tamanho de um maço de cigarros e a delas era enorme, com tripé e tudo...
    Iam fotografar um tema especifico (e até muito sombrio a esta hora), onde eu deixei de passar há meses...
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