oi...hoje tive a ver algumas imagens que me fizeram soltar umas boas gargalhadas...então pensei em criar aqui um topico para as partilhar com voces..podiam se juntar a mim e colocar aqui aquelas imagens que vos faz rir , chorar ou vos põe a pensar e não só , pode ser um video ou pesamento ou uma anedota ...vá lá gente gostava de saber o k vos faz rir..
oi...hoje tive a ver algumas imagens que me fizeram soltar umas boas gargalhadas...então pensei em criar aqui um topico para as partilhar com voces..podiam se juntar a mim e colocar aqui aquelas imagens que vos faz rir , chorar ou vos põe a pensar e não só , pode ser um video ou pesamento ou uma anedota ...vá lá gente gostava de saber o k vos faz rir..
Esta foi uma imagem que gostei particularmente e que me deixou a pensar em como tanta coisa mudou desde o tempo das pinups aos tempos modernos... como a imagem feminina se transformou e assume novas formas de sensualidade e não só, porque esta imagem transmite muito mais que sensualidade. Transmite uma atitude, totalmente díspar da candura de há umas décadas atrás.
Por todas as razões e mais uma. Esta é a resposta que costumo dar-te quando me perguntas por que razão te amo. Porque nunca existe apenas uma razão para amar alguém. Porque não pode haver nem há só uma razão para te amar.
Amo-te porque me fascinas e porque me libertas e porque fazes sentir-me bem. E porque me surpreendes e porque me sufocas e porque enches a minha alma de mar e o meu espírito de sol e o meu corpo de fadiga. E porque me confundes e porque me enfureces e porque me iluminas e porque me deslumbras.
Amo-te porque quero amar-te e porque tenho necessidade de te amar e porque amar-te é uma aventura. Amo-te porque sim mas também porque não e, quem sabe, porque talvez. E por todas as razões que sei e pelas que não sei e por aquelas que nunca virei a conhecer. E porque te conheço e porque me conheço. E porque te adivinho. Estas são todas as razões.
Mas há mais uma: porque não pode existir outra como tu.
Desta vez, a Maria João teve sorte. Nunca tinha visto uma médica a chorar. Foi a Maria João que puxou as lágrimas, quando a Dra. Teresa Ferreira lhe disse que não havia mais metástases dentro dela. Ficámos os três a chorar e a olhar para os outros olhos a chorar.
A minha amada já tinha esquecido o futuro. Já não queria saber da casa nova, do tecido para forrar os sofás, do Verão seguinte. Estava convencida que estava cheia de metástases. Doía-lhe o corpo todo. Tinha desanimado. Estava preparada para a morte. Só a morte é mais triste. Tinha-se preparado para ouvir o que já sabia, para não se assustar quando lhe dissessem que o cancro na mama tinha voltado e que se tinha espalhado por toda a parte.
Depois - mas não logo, porque não é de momento para o outro que se desmorre - voltou a ver vida pela frente. Reapareceu um horizonte e um caminho até lá, com passos para dar. "São tão raras as boas notícias", disse a médica, "e é tão bom dá-las, vocês não imaginam". Nós não imaginámos. Começámos a chorar. As lágrimas ajudam muito. As dos outros especialmente. Chorar sozinho não tem o mesmo efeito. A Maria João tem chorado por razões tristes. Desta vez estava a chorar de felicidade.
Como chora cada vez que ouve ou lê palavras doces, a dar força, a partilhar a dor, a juntar-se para que ela saiba que há muita gente a sofrer com ela, tal é a vontade delas que ela não sofra. Ou sofra pouco. Embora isto de se ficar vivo também se estranhe um bocadinho. "
"Fui abençoada com um coração meiguíssimo e, em contrapartida, com um pavio bem curto...Exatamente igual a um vidro: se me jogar no chão, eu quebro, mas se me pisar, eu corto."
Martha Medeiros
A do 'cortar' às vezes dava jeito mas cada um é para o que nasce.
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